Em editorial, Folha chama Vélez de 'ministro ideológico'

Em editorial, o jornal Folha de S. Paulo não poupa críticas ao ministério "ideológico" de Boslonaro, nem ao mais "ideológico" de seus ministros, segundo o jornal, o colombiano Ricardo Velez Rodrigues, à frente da pasta da Educação, dona de um orçamento de R$ 130 bilhões anuais; o texto fala em "estultices" e em acirrada contenda para ver que paga o maior 'mico'; para o jornal, o discurso de posse já deixava evidente a pauta "comezinha e paranoica" do colombiano, nome indicado pelo conspiratório Olavo de Carvalho

Em editorial, Folha chama Vélez de 'ministro ideológico'
Em editorial, Folha chama Vélez de 'ministro ideológico' (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

247 - Em editorial, o jornal Folha de S. Paulo não poupa críticas ao ministério "ideológico" de Boslonaro, nem ao mais "ideológico" de seus ministros, segundo o jornal, o colombiano Ricardo Velez Rodrigues, à frente da pasta da Educação, dona de um orçamento de R$ 130 bilhões anuais. O texto fala em "estultices" e em acirrada contenda para ver que paga o maior 'mico'. Para o jornal, o discurso de posse já deixava evidente a pauta "comezinha e paranoica" do colombiano, nome indicado pelo conspiratório Olavo de Carvalho. 

O editorial fustiga o ministro da Educação: "no posto, o ministro pouco deixou ver, até agora, de seus planos para aspectos centrais do ensino do país —como elevar a qualidade do aprendizado e superar o gargalo do nível médio, para citar alguns. Em vez disso, envolveu-se em decisões questionáveis, caso da nomeação de ex-alunos sem nenhum traquejo em gestão pública para postos relevantes da pasta. Num episódio constrangedor, acabou por exonerar um funcionário após a publicação de um edital que estabelecia critérios deficientes para a compra de livros didáticos."

E emenda: "na coleção de declarações infelizes, disse que o turista brasileiro se comporta como um canibal, a furtar objetos de hotéis e aviões —um comportamento a ser corrigido, para ele, na escola. Também atribuiu erroneamente uma frase chula ao cantor Cazuza (1958-1990), o que ocasionou um pedido de desculpas à mãe do artista.

 

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