“Esse negócio de racismo já encheu o saco”, diz Bolsonaro

Durante a entrevista chapa-branca que concedeu à apresentadora Luciana Gimenez, da Rede TV, o presidente Jair Bolsonaro se referiu de maneira chula à discriminação racial no Brasil, que é tipificada como crime pelo Código de Processo Penal; "Essa questão de racismo, no Brasil é coisa rara o racismo. O tempo todo jogar negro contra branco, homo contra hétero, pai contra filho. Desculpe o linguajar como presidente da República, já encheu o saco isso aí, encheu o saco", disse Jair Bolsonaro, que recebeu a concordância da entrevistadora branca 

“Esse negócio de racismo já encheu o saco”, diz Bolsonaro
“Esse negócio de racismo já encheu o saco”, diz Bolsonaro

247 - Durante a entrevista chapa-branca que concedeu à apresentadora Luciana Gimenez, da Rede TV, o presidente Jair Bolsonaro se referiu de maneira chula à discriminação racial no Brasil, que é tipificada como crime pelo Código de Processo Penal. 

"Essa questão de racismo, no Brasil é coisa rara o racismo. O tempo todo jogar negro contra branco, homo contra hétero, pai contra filho. Desculpe o linguajar como presidente da República, já encheu o saco isso aí, encheu o saco", disse Jair Bolsonaro, que recebeu a concordância da entrevistadora branca. 

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Ao falar sobre desemprego no Brasil, que atingiu no fim do mês de março 12,7% da população, segundo o IBGE, Bolsonaro decretou: “a mão de obra é cara no Brasil”. Nem uma palavra de empatia ou solidariedade com os desempregados, nenhum plano: “O salário é pouco para quem recebe e muito para quem paga. O que se produz aqui dentro acaba tendo um valor agregado muito alto”.

Bolsonaro disse que um dos momentos mais "importantes" até o momento de seu governo e "um momento ímpar na vida" foi o encontro com Donald Trump, de que confessou ser "fã e admirador". Ao falar sobre Trump, acabou revelando que seu chanceler, Ernesto Araújo, é irrelevante. "O que ele sofria lá é o mesmo que eu já vinha sofrendo aqui, que são as mesmas acusações patéticas de sempre. Me tratou muito bem e conversamos reservadamente sobre vários assuntos”, contou, acrescentando que seu filho Eduardo Bolsonaro, que o acompanhou em sua visita à Casa Branca, tem amizade com um dos filhos de Trump e completou: “Ele faz até um papel de chanceler - e faz muito bem no meu entender, mas reconhecendo que o chanceler é outro e não é ele. Essa viagem não tem preço” (Leia mais no Brasil 247).

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