Estado segue Globo e também abandona Cunha

Jornal dirigido por Francisco de Mesquita Neto diz que as solidas evidências de que Eduardo Cunha ‘abasteceu com dinheiro oriundo do propinoduto da Petrobras' várias contas suas na Suíça não permite outra conclusão se não a de que 'não tem a menor condição de se manter na Presidência da Câmara'; “é uma vergonha, para dizer o mínimo, que ao presidente da Câmara dos Deputados, a casa de representação do povo brasileiro, se permita usar o poder de influir em eventual impedimento constitucional da presidente da República como escudo para vergonhosa locupletação”, acrescenta 

Jornal dirigido por Francisco de Mesquita Neto diz que as solidas evidências de que Eduardo Cunha ‘abasteceu com dinheiro oriundo do propinoduto da Petrobras' várias contas suas na Suíça não permite outra conclusão se não a de que 'não tem a menor condição de se manter na Presidência da Câmara'; “é uma vergonha, para dizer o mínimo, que ao presidente da Câmara dos Deputados, a casa de representação do povo brasileiro, se permita usar o poder de influir em eventual impedimento constitucional da presidente da República como escudo para vergonhosa locupletação”, acrescenta 
Jornal dirigido por Francisco de Mesquita Neto diz que as solidas evidências de que Eduardo Cunha ‘abasteceu com dinheiro oriundo do propinoduto da Petrobras' várias contas suas na Suíça não permite outra conclusão se não a de que 'não tem a menor condição de se manter na Presidência da Câmara'; “é uma vergonha, para dizer o mínimo, que ao presidente da Câmara dos Deputados, a casa de representação do povo brasileiro, se permita usar o poder de influir em eventual impedimento constitucional da presidente da República como escudo para vergonhosa locupletação”, acrescenta  (Foto: Roberta Namour)
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247 – O ‘Estado de S. Paulo’ seguiu o Globo ao cobrar a renúncia de Eduardo Cunha (PMDB) na Câmara.

Dirigida por Francisco de Mesquita Neto, a publicação diz que as sólidas evidências de que Cunha ‘abasteceu com dinheiro oriundo do propinoduto da Petrobras várias contas suas na Suíça - delito que agravou com perjúrio cometido perante a Comissão Parlamentar de Inquérito que “investigou o esquema” – não permite outra conclusão se não a de que não tem a menor condição de se manter na Presidência da Câmara.

“É uma vergonha, para dizer o mínimo, que ao presidente da Câmara dos Deputados, a casa de representação do povo brasileiro, se permita usar o poder de influir em eventual impedimento constitucional da presidente da República como escudo para vergonhosa locupletação”, acrescenta (leia aqui).

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