Fechar Instituto Lula é decisão absurda e parcial, diz Kennedy

"A decisão de Ricardo Augusto Soares Leite, juiz substituto da 10ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal, de fechar o Instituto Lula é absurda e inconsistente. O instituto funciona há décadas. Essa decisão revela parcialidade contra Lula. Também se alinha à visão equivocada de querer punir instituições, como partidos políticos, e empresas, como a Odebrecht, pelos erros cometidos por pessoas", diz o colunista Kennedy Alencar

"A decisão de Ricardo Augusto Soares Leite, juiz substituto da 10ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal, de fechar o Instituto Lula é absurda e inconsistente. O instituto funciona há décadas. Essa decisão revela parcialidade contra Lula. Também se alinha à visão equivocada de querer punir instituições, como partidos políticos, e empresas, como a Odebrecht, pelos erros cometidos por pessoas", diz o colunista Kennedy Alencar
"A decisão de Ricardo Augusto Soares Leite, juiz substituto da 10ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal, de fechar o Instituto Lula é absurda e inconsistente. O instituto funciona há décadas. Essa decisão revela parcialidade contra Lula. Também se alinha à visão equivocada de querer punir instituições, como partidos políticos, e empresas, como a Odebrecht, pelos erros cometidos por pessoas", diz o colunista Kennedy Alencar (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O jornalista Kennedy Alencar fez duras críticas nesta quarta-feira 10, à decisão do juiz Ricardo Leite, de suspender as atividades do Instituto Lula (leia aqui). 

Leia um trecho: 

"A decisão de Ricardo Augusto Soares Leite, juiz substituto da 10ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal, de fechar o Instituto Lula é absurda e inconsistente. O instituto funciona há décadas.

Essa decisão revela parcialidade contra Lula. Também se alinha à visão equivocada de querer punir instituições, como partidos políticos, e empresas, como a Odebrecht, pelos erros cometidos por pessoas.

Por exemplo: o acordo de leniência da Odebrecht está empacado por demora de órgãos do governo federal. Isso é ruim, porque asfixia a empresa. O Brasil não tem pena de morte para pessoas físicas. Também não deveria haver pena de morte para instituições e pessoas jurídicas.

O Instituto Lula, partidos políticos e empresas deveriam ser preservados. No caso da Odebrecht, por exemplo, ela pertence a uma cadeia produtiva importante e que gera muito emprego. Há interesse público em manter uma companhia assim em atividade, como fizeram os Estados Unidos e a Alemanha com as suas empresas que foram investigadas por corrupção."

Leia o artigo na íntegra no Blog do Kennedy

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