Fernando Brito: Será que Geddel vai dizer que o dinheiro era de Lula?

Editor do Tijolaço comenta a prisão de Geddel Vieira Lima, parceiro de Michel Temer na arrecadação e distribuição de propinas no PMDB, e lembra que a Globo, em toda a cobertura, diz que ele foi "ministro de Lula"; "Geddel esteve no governo Lula por que o PMDB o exigiu, pela mesma razão que esteve na Caixa, cota de Temer também ocupada por Moreira Franco. Mas na antessala de Michel Temer, desde o primeiro dia do golpe, esteve por livre opção – ou necessidade, como mostrou o caso do ex-ministro Antonio Calero", diz Brito; "Lula é uma obsessão da qual não se livram"; chargista Aroeira, um dos maiores do País, retrata a cena 

Editor do Tijolaço comenta a prisão de Geddel Vieira Lima, parceiro de Michel Temer na arrecadação e distribuição de propinas no PMDB, e lembra que a Globo, em toda a cobertura, diz que ele foi "ministro de Lula"; "Geddel esteve no governo Lula por que o PMDB o exigiu, pela mesma razão que esteve na Caixa, cota de Temer também ocupada por Moreira Franco. Mas na antessala de Michel Temer, desde o primeiro dia do golpe, esteve por livre opção – ou necessidade, como mostrou o caso do ex-ministro Antonio Calero", diz Brito; "Lula é uma obsessão da qual não se livram"; chargista Aroeira, um dos maiores do País, retrata a cena 
Editor do Tijolaço comenta a prisão de Geddel Vieira Lima, parceiro de Michel Temer na arrecadação e distribuição de propinas no PMDB, e lembra que a Globo, em toda a cobertura, diz que ele foi "ministro de Lula"; "Geddel esteve no governo Lula por que o PMDB o exigiu, pela mesma razão que esteve na Caixa, cota de Temer também ocupada por Moreira Franco. Mas na antessala de Michel Temer, desde o primeiro dia do golpe, esteve por livre opção – ou necessidade, como mostrou o caso do ex-ministro Antonio Calero", diz Brito; "Lula é uma obsessão da qual não se livram"; chargista Aroeira, um dos maiores do País, retrata a cena  (Foto: Aquiles Lins)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - A Polícia Federal prendeu, de novo, Geddel Vieira Lima.

A Globo, em toda a cobertura, diz que ele foi “ministro de Lula”.

A menos que a dinheirama esteja guardada nas malas desde março de 2010, quando ele saiu do governo para se candidatar contra Dilma, há alguma relação com o ex-presidente?

Geddel esteve no governo Lula por que o PMDB o exigiu, pela mesma razão que esteve na Caixa, cota de Temer também ocupada por Moreira Franco.

Mas na antessala de Michel Temer, desde o primeiro dia do golpe, esteve por livre opção – ou necessidade, como mostrou o caso do ex-ministro Antonio Calero.

É impressionante como se faz notícia no Brasil, o que faz a charge do Aroeira, acima, ter um sentido amargo.

Ninguém lembra que ele era articulador de Fernando Henrique, como líder do PMDB na Câmara em seu governo, ou que era cabo eleitoral de Serra, em 2002 e 2010.

Lula é uma obsessão da qual não se livram.

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