Fernando Haddad foi 'batizado' em Garanhuns

A ida de Haddad à terra natal de Lula foi conduzida e experimentada em torno de muitos significados. Ali, Haddad sentiu mais de perto a origem de Lula e o sentimento de quem habita aquela região do semiárido nordestino; Haddad andou a cavalo, pôs chapéu de couro e conversou com as pessoas que se aglutinavam em torno de sua caminhada; a mensagem que ficou da passagem de Haddad pela terra de Lula, foi: "se o Lula mandar, eu voto"

Fernando Haddad foi 'batizado' em Garanhuns
Fernando Haddad foi 'batizado' em Garanhuns

247 - A ida de Haddad à terra natal de Lula foi conduzida e experimentada em torno de muitos significados. Ali, Haddad sentiu mais de perto a origem de Lula e o sentimento de quem habita aquela região do semiárido nordestino. Haddad andou a cavalo, pôs chapéu de couro e conversou com as pessoas que se aglutinavam em torno de sua caminhada. A mensagem que ficou da passagem de Haddad pela terra de Lula, foi: "se o Lula mandar, eu voto". 

A reportagem do jornal El País narra a passagem de Haddad por Garanhuns: "sem medo de cair do cavalo, Fernando Haddad subiu decidido no alazão e deu uma breve cavalgada pelo agreste pernambucano neste sábado. Debaixo de um sol quente, o petista aproveitou o fim de uma sessão de filmagens de programas do PT em Caetés (PE), onde Lula nasceu, para relaxar por alguns breves minutos. Em seguida, vestindo um chapéu de cangaceiro feito de couro, abraçou alguns poucos moradores da região e outros tantos correligionários que o esperavam atrás de uma fita de isolamento. 'Lula mandou votar em nós', explicou, aos que perguntaram se era nele que o ex-presidente, preso em Curitiba e com a candidatura barrada há algumas horas, havia mandado votar."

E prossegue em ritmo de relato: "a ida de Haddad ao berço de Lula –o ex-presidente nasceu em Caetés, na época em que o município ainda era um distrito de Garanhuns –havia sido marcada há tempos. A principal razão para a visita era gravar alguns programas para a propaganda na TV, que começou neste sábado. As filmagens ali fazem parte da estratégia de incorporá-lo à paisagem local, numa tentativa de colar o paulista a Lula."

A matéria ainda sublinha a interação de Haddad com o povo da região: "Haddad aproveitou o giro para conversar com lideranças locais e realizar um comício no centro da vizinha Garanhuns. Seu discurso carregado em um sotaque paulistano não empolgou as não mais de 1.000 pessoas que comparecerem ao ato político. Uma quantidade de público bastante distinta da vista há um ano pela região, quando, durante a caravana que fez pelo Nordeste, o ex-presidente encontrou uma multidão de eleitores por onde passou, enchendo praças e ruas ao redor do seu palanque. 'Se fosse Lula, isso aqui estaria cheio', disse a vendedora Adriana Galvão, 45. 'Mas, mesmo assim, se Lula mandar votar em Haddad, eu voto', ponderou."

 

 

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