Folha defende modelo “muito mais racional” do Uruguai de legalizar a maconha

Em editorial, o jornal afirma que os argumentos de quem defende a descriminalização "são sólidos"; "A guerra às drogas provou-se caríssima, ineficaz e proveitosa para os traficantes. Já a legalização pode gerar recursos para o Estado e garantir que os usuários com problemas sejam tratados em clínicas, e não em prisões, das quais não raro saem piores do que entram", diz o texto

Em editorial, o jornal afirma que os argumentos de quem defende a descriminalização "são sólidos"; "A guerra às drogas provou-se caríssima, ineficaz e proveitosa para os traficantes. Já a legalização pode gerar recursos para o Estado e garantir que os usuários com problemas sejam tratados em clínicas, e não em prisões, das quais não raro saem piores do que entram", diz o texto
Em editorial, o jornal afirma que os argumentos de quem defende a descriminalização "são sólidos"; "A guerra às drogas provou-se caríssima, ineficaz e proveitosa para os traficantes. Já a legalização pode gerar recursos para o Estado e garantir que os usuários com problemas sejam tratados em clínicas, e não em prisões, das quais não raro saem piores do que entram", diz o texto (Foto: Gisele Federicce)

247 – A Folha de S.Paulo defende em editorial neste domingo 22 que o modelo seguido pelo Uruguai de legalizar a maconha é "muito mais racional" do que a guerra às drogas. Leia aqui a íntegra.

"Os argumentos são sólidos. A guerra às drogas provou-se caríssima, ineficaz e proveitosa para os traficantes. Já a legalização pode gerar recursos para o Estado e garantir que os usuários com problemas sejam tratados em clínicas, e não em prisões, das quais não raro saem piores do que entram", diz o texto.

"Adversários das medidas sempre disseram que a liberação das drogas implicaria aumento do número de consumidores e da criminalidade. A prática tem provado que esses temores são infundados", lembra o jornal.

"No ano que vem, o Canadá seguirá o exemplo do Uruguai. Pode-se imaginar que, em breve, outros países farão o mesmo. De forma gradual, como deve ser, um paradigma insensato vai cedendo a um modelo muito mais racional", defende a Folha.

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