Folha diz que falta de ética é calcanhar de Aquiles de governos tucanos

Em editorial publicado nesta sexta-feira (20), o jornal Folha de S. Paulo critica ética e gerenciamento de gestões tucanas; "Seja no aspecto da ética, seja no da eficiência gerencial, a gestão dos sistemas metroviário e ferroviário constitui um calcanhar de Aquiles dos governos do PSDB que se sucedem no estado de São Paulo desde os anos 1990"

Em editorial publicado nesta sexta-feira (20), o jornal Folha de S. Paulo critica ética e gerenciamento de gestões tucanas; "Seja no aspecto da ética, seja no da eficiência gerencial, a gestão dos sistemas metroviário e ferroviário constitui um calcanhar de Aquiles dos governos do PSDB que se sucedem no estado de São Paulo desde os anos 1990"
Em editorial publicado nesta sexta-feira (20), o jornal Folha de S. Paulo critica ética e gerenciamento de gestões tucanas; "Seja no aspecto da ética, seja no da eficiência gerencial, a gestão dos sistemas metroviário e ferroviário constitui um calcanhar de Aquiles dos governos do PSDB que se sucedem no estado de São Paulo desde os anos 1990" (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - Em editorial publicado nesta sexta-feira (20), o jornal Folha de S. Paulo critica ética e gerenciamento de gestões tucanas. "Seja no aspecto da ética, seja no da eficiência gerencial, a gestão dos sistemas metroviário e ferroviário constitui um calcanhar de Aquiles dos governos do PSDB que se sucedem no estado de São Paulo desde os anos 1990".

Segundo o veículo, "o caso mais escandaloso, sem dúvida, é a denúncia, ainda em andamento no Judiciário, de um cartel de fornecedores que teria manipulado licitações do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) de 1998 a 2008. Há, no entanto, desmandos e trapalhadas de todos os tamanhos". "Parte considerável deles se encontra na linha 5-lilás do transporte metroviário na capital paulista", diz.

O jornal lembra que, na quarta-feira (18), "o presidente da empresa e cinco antecessores se tornaram réus, sob acusação de improbidade administrativa, em razão da compra de 26 trens, em 2011, para operar no trecho". "O equipamento, que custou R$ 615 milhões, permaneceu sem uso por anos, encostado em pátios e exposto aos efeitos do clima e à ação de vândalos —sem falar na contagem do prazo da garantia oferecida pelo fabricante".

"Fato é que os prejuízos e atrasos estão à vista de contribuintes e usuários paulistas. O conjunto da obra, inegavelmente, mostra-se negativo para a administração tucana", diz o texto.

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