Folha, Globo e Estado tentam a blitz final

Assim como atuaram juntos em 1964, engajados no golpe contra João Goulart, os jornais Folha, Globo e Estado abraçam a mesma narrativa: a de que a presidente Dilma Rousseff teria tentado obstruir a Justiça, ao nomear o ex-presidente Lula ministro da Casa Civil; nesta quarta-feira, o juiz Sergio Moro grampeou uma conversa entre Dilma e Lula e a tornou pública; nela, ambos tratam da nomeação do ex-presidente

Assim como atuaram juntos em 1964, engajados no golpe contra João Goulart, os jornais Folha, Globo e Estado abraçam a mesma narrativa: a de que a presidente Dilma Rousseff teria tentado obstruir a Justiça, ao nomear o ex-presidente Lula ministro da Casa Civil; nesta quarta-feira, o juiz Sergio Moro grampeou uma conversa entre Dilma e Lula e a tornou pública; nela, ambos tratam da nomeação do ex-presidente
Assim como atuaram juntos em 1964, engajados no golpe contra João Goulart, os jornais Folha, Globo e Estado abraçam a mesma narrativa: a de que a presidente Dilma Rousseff teria tentado obstruir a Justiça, ao nomear o ex-presidente Lula ministro da Casa Civil; nesta quarta-feira, o juiz Sergio Moro grampeou uma conversa entre Dilma e Lula e a tornou pública; nela, ambos tratam da nomeação do ex-presidente (Foto: Leonardo Attuch)

247 – Assim como atuaram juntos em 1964, engajados no golpe contra João Goulart, os jornais Folha, Globo e Estado abraçam a mesma narrativa: a de que a presidente Dilma Rousseff teria tentado obstruir a Justiça, ao nomear o ex-presidente Lula ministro da Casa Civil.

Na manchete da Folha Online, noticia-se que Dilma agiu para evitar a prisão de Lula.

No Estado, Gravação de Dilma e Lula indica que nomeação foi feita para evitar a Lava Jato.

No Globo, Grampo telefônico sugere que Dilma tentou evitar a prisão de Lula.

Nesta quarta-feira, o juiz Sergio Moro grampeou uma conversa entre Dilma e Lula e a tornou pública; nela, ambos tratam da nomeação do ex-presidente (leia aqui).

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