Folha revolta seus próprios leitores ao contratar perícia pró-Temer

Jornalista Paula Cesarino Costa, ombudsman da Folha, destacou neste domingo, 21, que se no primeiro momento o jornal "abraçou apressadamente a versão do furo que tomara", foi "enfático demais" a decretar a inconclusividade da gravação; "Mesmo com a dúvida sobre esse trecho, o conteúdo do áudio representava uma conversa grave e comprometedora do chefe do Executivo. Vários leitores reagiram com indignação à mudança de posição da Folha", diz Costa

Jornalista Paula Cesarino Costa, ombudsman da Folha, destacou neste domingo, 21, que se no primeiro momento o jornal "abraçou apressadamente a versão do furo que tomara", foi "enfático demais" a decretar a inconclusividade da gravação; "Mesmo com a dúvida sobre esse trecho, o conteúdo do áudio representava uma conversa grave e comprometedora do chefe do Executivo. Vários leitores reagiram com indignação à mudança de posição da Folha", diz Costa
Jornalista Paula Cesarino Costa, ombudsman da Folha, destacou neste domingo, 21, que se no primeiro momento o jornal "abraçou apressadamente a versão do furo que tomara", foi "enfático demais" a decretar a inconclusividade da gravação; "Mesmo com a dúvida sobre esse trecho, o conteúdo do áudio representava uma conversa grave e comprometedora do chefe do Executivo. Vários leitores reagiram com indignação à mudança de posição da Folha", diz Costa (Foto: Aquiles Lins)

247 - A perícia contratada pela Folha de S. Paulo para dizer que o áudio da gravação entre Joesley Batista e Michel Temer foi editado, usada por Temer como uma tábua de salvação, gerou revolta entre seus leitores. 

A  jornalista Paula Cesarino Costa, ombudsman da Folha, destacou neste domingo, 21, que se no primeiro momento o jornal "abraçou apressadamente a versão do furo que tomara", foi "enfático demais" a decretar a inconclusividade da gravação.

"Mesmo com a dúvida sobre esse trecho, o conteúdo do áudio representava uma conversa grave e comprometedora do chefe do Executivo. Vários leitores reagiram com indignação à mudança de posição da Folha", diz Costa.

"A avassaladora quantidade de documentos –em forma de áudios, vídeos e relatórios– torna a vida da imprensa arriscada e perigosa. Há muito a ser esclarecido. O caso exige técnica e discernimento", destaca a jornalista.

 

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