Folha sobre Marina: “ambiguidades precisam ser esclarecidas”

Editorial aponta "fragilidades evidentes na postulação" de Marina Silva, como a mística de uma candidatura que supera partidarismos; "Deixarão de existir? Estarão as 'pessoas de bem' de acordo em tudo? Não haveria uma aposta messiânica no poder de arbitrar, acima das instituições, divisões de interesses que seu discurso minimiza?", questiona o texto

Editorial aponta "fragilidades evidentes na postulação" de Marina Silva, como a mística de uma candidatura que supera partidarismos; "Deixarão de existir? Estarão as 'pessoas de bem' de acordo em tudo? Não haveria uma aposta messiânica no poder de arbitrar, acima das instituições, divisões de interesses que seu discurso minimiza?", questiona o texto
Editorial aponta "fragilidades evidentes na postulação" de Marina Silva, como a mística de uma candidatura que supera partidarismos; "Deixarão de existir? Estarão as 'pessoas de bem' de acordo em tudo? Não haveria uma aposta messiânica no poder de arbitrar, acima das instituições, divisões de interesses que seu discurso minimiza?", questiona o texto (Foto: Gisele Federicce)

247 – Em editorial publicado neste domingo 31, a Folha de S. Paulo aponta que o "simbolismo pessoal" de Marina Silva, candidata pelo PSB à Presidência, "faz com que suas oscilações se dissolvam no debate", mas que suas "ambiguidades precisam ser esclarecidas" durante a campanha presidencial.

O jornal da família Frias afirma que "o caso Marina constitui um paradoxo em que as críticas parecem reforçar a própria figura que se quer desconstruir". O texto lembro de exemplos como sua origem no PT e alinhamento durante toda a sua trajetória a propostas de esquerda comparadas agora à defesa da independência do Banco Central e o fato de estar cercada de personalidades do mercado financeiro, como Neca Setúbal.

"Da ausência de base partidária genuína, cria-se a mística de uma candidatura que supera partidarismos. Deixarão de existir? Estarão as 'pessoas de bem' de acordo em tudo? Não haveria uma aposta messiânica no poder de arbitrar, acima das instituições, divisões de interesses que seu discurso minimiza?", questiona o editorial.

Para a Folha, essas "são fragilidades evidentes na postulação" da candidata. "E fatores de risco para um eventual governo seu". Leia a íntegra aqui.

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