Frias: filme da Lava Jato é 'maniqueísta e simplório'

O jornalista Otávio Frias Filho, dono da Folha de S. Paulo, criticou neste domingo, 10, o filme "Polícia Federal - A Lei É para Todos", que estreou quinta-feira (7), sob intensas críticas de ser peça de propaganda política contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT; "O filme é maniqueísta e até simplório, mas não chega a ser tosco", diz; segundo o dono da Folha, o ator Ary Fontoura compõe um Lula diferente do que aparece para o público. "Mal humorado, birrento, ao mesmo tempo atônito e incerto quanto ao que fazer –a impressão que os policiais tiveram dele"

O jornalista Otávio Frias Filho, dono da Folha de S. Paulo, criticou neste domingo, 10, o filme "Polícia Federal - A Lei É para Todos", que estreou quinta-feira (7), sob intensas críticas de ser peça de propaganda política contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT; "O filme é maniqueísta e até simplório, mas não chega a ser tosco", diz; segundo o dono da Folha, o ator Ary Fontoura compõe um Lula diferente do que aparece para o público. "Mal humorado, birrento, ao mesmo tempo atônito e incerto quanto ao que fazer –a impressão que os policiais tiveram dele"
O jornalista Otávio Frias Filho, dono da Folha de S. Paulo, criticou neste domingo, 10, o filme "Polícia Federal - A Lei É para Todos", que estreou quinta-feira (7), sob intensas críticas de ser peça de propaganda política contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT; "O filme é maniqueísta e até simplório, mas não chega a ser tosco", diz; segundo o dono da Folha, o ator Ary Fontoura compõe um Lula diferente do que aparece para o público. "Mal humorado, birrento, ao mesmo tempo atônito e incerto quanto ao que fazer –a impressão que os policiais tiveram dele" (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Otávio Frias Filho, dono da Folha de S. Paulo, criticou neste domingo, 10, o filme "Polícia Federal - A Lei É para Todos", que estreou quinta-feira (7), sob intensas críticas de ser peça de propaganda política contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT.

"O filme é maniqueísta e até simplório, mas não chega a ser tosco, em mais uma evidência de que o cinema brasileiro vai tornando habituais padrões mínimos de qualidade. Um didatismo exasperante, à maneira das novelas de TV, amputa suas ambições, de resto mais voltadas para a bilheteria que para a posteridade", diz Frias. 

Segundo o dono da Folha, o ator Ary Fontoura compõe um Lula diferente do que aparece para o público. "Mal humorado, birrento, ao mesmo tempo atônito e incerto quanto ao que fazer –a impressão que os policiais tiveram dele", afirma. "Uma parcela imensa, majoritária de pessoas acredita que a política brasileira é uma das mais corruptas do mundo, que a corrupção é nosso maior problema e que o dinheiro desviado bastaria para resolver a maioria de nossas mazelas. Muitos saltam à conclusão seguinte, a de que somente um demiurgo alheio à política seria capaz de reformá-la num passe de mágica", diz o jornalista.

"Essas concepções são em parte simplistas, em parte mal fundamentadas. O elo nefasto entre política e dinheiro –na forma específica de empresas que prestam serviços ao governo e por isso financiam campanhas eleitorais de políticos em troca de vantagens contrárias ao interesse público quando eleitos– talvez seja o problema central das democracias modernas", acrescenta Otávio Frias Filho.

Leia na íntegra o artigo de Otávio Frias Filho. 

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