Gabeira defende prisão de Lula e impeachment

Ex-petista tornou-se um dos mais ativos defensores do afastamento da presidente Dilma Rousseff; seu ativismo anti-PT causa inveja ao mais ávido dos ‘demotucanos’ da oposição; para o apresentador da GloboNews, Lula é “chefe de quadrilha” e precisa ser preso; questionado se há argumento constitucional sobre o impeachment, sai com uma tirada incrível: “Não há nada que diga respeito a ela, pessoalmente”; mas, e daí?

Ex-petista tornou-se um dos mais ativos defensores do afastamento da presidente Dilma Rousseff; seu ativismo anti-PT causa inveja ao mais ávido dos ‘demotucanos’ da oposição; para o apresentador da GloboNews, Lula é “chefe de quadrilha” e precisa ser preso; questionado se há argumento constitucional sobre o impeachment, sai com uma tirada incrível: “Não há nada que diga respeito a ela, pessoalmente”; mas, e daí?
Ex-petista tornou-se um dos mais ativos defensores do afastamento da presidente Dilma Rousseff; seu ativismo anti-PT causa inveja ao mais ávido dos ‘demotucanos’ da oposição; para o apresentador da GloboNews, Lula é “chefe de quadrilha” e precisa ser preso; questionado se há argumento constitucional sobre o impeachment, sai com uma tirada incrível: “Não há nada que diga respeito a ela, pessoalmente”; mas, e daí? (Foto: Realle Palazzo-Martini)

247 - Ex-deputado do PT e do PV, Fernando Gabeira tornou-se um dos mais ativos defensores do impeachment da presidente Dilma Rousseff. O ativismo anti-PT do escritor causa inveja ao mais ávido dos ‘demotucanos’ da oposição. Para Gabeira, Lula é “chefe de quadrilha” e precisa ser preso. Apresentador de um programa na GloboNews, ele afirma em entrevista à Istoé que há base constitucional e política para o impeachment e que ser chamado de golpista por defender a saída da presidente do poder não o inquieta. “Faz parte do jogo.”

Militante contra a ditadura ao lado de Dilma e de José Dirceu, Gabeira se supera ao creditar a degradação moral do Congresso ao governo do PT. “O processo de decadência moral do Congresso Nacional se deveu muito ao governo, que estabeleceu uma política de toma lá dá cá.”

Para ele, as manifestações tem gente de todas as classes sociais, ricas e pobres, todos contra a corrupção ou o PT. “E isso não faz delas conservadoras.”

Questionado se há argumento constitucional sobre o impeachment, sai com uma tirada incrível: simplesmente não importa: “Não há nada que diga respeito a ela, pessoalmente. O problema é que ela é a presidente da República e foi eleita nesse contexto de ilegalidade. O que se pede hoje não é a prisão dela, é o impeachment. A prisão que se pede é a do Lula. Você vai às ruas e ninguém fala ‘Dilma na prisão’. Se fala em ‘Fora Dilma e Lula na prisão’”.

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