Gabinete do ódio em versão agrícola dificulta vida da ministra da Agricultura

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, tem buscado abrir espaços para o agronegócio brasileiro no mundo. Ela promoveu acertos de mercados na Ásia e fez avançar acordo Mercosul com União Europeia, mas o gabinete do ódio não a deixa trabalhar

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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247 - "A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, está cansada de apagar incêndios", escreve Mauro Zafalon na Folha de S.Paulo. Para ele, o fogo vem "da mente confusa de membros do governo e até de setores do próprio agronegócio".

"Segundo informações de pessoas que convivem com ela no dia a dia, já lhe falta paciência. A saída dela, porém, seria um desastre para o setor que mais pode contribuir para a travessia conturbada do país neste momento de pandemia", prossegue o jornalista, que é também sociólogo, com MBA em derivativos na USP.

"Quando se imaginava que o mal-estar causado pelo presidente Jair Bolsonaro nas relações comerciais com chineses e árabes no começo de seu governo fosse coisa do passado, o ódio de determinados setores ligados ao bolsonarismo se mostra ainda mais presente".

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