GGN aponta a seletividade da grande mídia no caso do triplex

Jornalista Cíntia Alves relata, no jornal GGN, que, no dia 23 de fevereiro de 2017, "o Estadão, jornal porta-voz da força-tarefa de Curitiba, decide entrevistar uma das testemunhas do julgamento que ajudou na sentença condenatória proferida por Sergio Moro, em julho de 2017"; "Entre 73 opções, escolheu a dedo aquela que melhor retrata o caráter político e midiático do processo: o ex-zelador do condomínio, José Afonso Pinheiro"; "Afonso, um homem declaradamente anti-Lula e que repetiu à exaustão que o petista era dono do triplex"

Jornalista Cíntia Alves relata, no jornal GGN, que, no dia 23 de fevereiro de 2017, "o Estadão, jornal porta-voz da força-tarefa de Curitiba, decide entrevistar uma das testemunhas do julgamento que ajudou na sentença condenatória proferida por Sergio Moro, em julho de 2017"; "Entre 73 opções, escolheu a dedo aquela que melhor retrata o caráter político e midiático do processo: o ex-zelador do condomínio, José Afonso Pinheiro"; "Afonso, um homem declaradamente anti-Lula e que repetiu à exaustão que o petista era dono do triplex"
Jornalista Cíntia Alves relata, no jornal GGN, que, no dia 23 de fevereiro de 2017, "o Estadão, jornal porta-voz da força-tarefa de Curitiba, decide entrevistar uma das testemunhas do julgamento que ajudou na sentença condenatória proferida por Sergio Moro, em julho de 2017"; "Entre 73 opções, escolheu a dedo aquela que melhor retrata o caráter político e midiático do processo: o ex-zelador do condomínio, José Afonso Pinheiro"; "Afonso, um homem declaradamente anti-Lula e que repetiu à exaustão que o petista era dono do triplex" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Jornalista Cíntia Alves relata, no jornal GGN, que, no dia 23 de fevereiro de 2017, "o Estadão, jornal porta-voz da força-tarefa de Curitiba, decide entrevistar uma das testemunhas do julgamento que ajudou na sentença condenatória proferida por Sergio Moro, em julho de 2017". "Entre 73 opções, escolheu a dedo aquela que melhor retrata o caráter político e midiático do processo: o ex-zelador do condomínio, José Afonso Pinheiro".

"Estadão quis saber se Afonso espera ver o ex-presidente condenado e preso. Afonso, um homem declaradamente anti-Lula e que repetiu à exaustão que o petista era dono do triplex, apenas porque o viu visitar a unidade, sem nenhuma outra prova. Uma pauta que evidentemente saiu da redação com o lead pronto", continua ela.

Segundo a jornalista, "foi por meio de vídeos da Lava Jato que o Estadão divulgou com exclusividade em seu canal no Youtube - mas que, pelo conteúdo comprometedor para a Lava Jato, não foram devidamente analisados nem ganham destaque no portal ou na edição impressa - que o GGN produziu a reportagem 'É provável, ouvi o boato, não comprou, mas é dono'. Ali ficou claro que a maioria das testemunhas ouvidas pelos procuradores de Curitiba foi assumidamente influenciada pelo noticiário, que vem martelando, há anos, e muito antes da ação penal nascer, que Lula tem um apartamento no Guarujá", acrescenta.

"A cobertura dos veículos tradicionais, ao longo de toda a investigação e do julgamento de Lula, se assemelha à própria sentença do triplex: nela, Moro selecionou a dedo e picotou os depoimentos para que se encaixassem melhor na acusação, e descartou sumariamente, como denuncia a defesa, aqueles que desmontam a denúncia".

Leia a íntegra no Jornal GGN

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