Gilmar, Serra e Armínio almoçam juntos: como digerir o Lula?

Ao comentar foto publicada pelo jornalista Ilimar Franco, do Globo, que mostram o ministro do STF Gilmar Mendes, o senador José Serra (PSDB-SP) e o economista Armínio Fraga, ex-futuro-ministro da Fazenda de Aécio Neves, o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, comenta: "O que – não apenas Gilmar, mas a mesa inteira ali – não consegue deglutir é que Lula, no Governo, reestrutura uma administração e um exercício de poder que estavam confusos, erráticos, sem conseguir dar consequências práticas às suas intenções"

Ao comentar foto publicada pelo jornalista Ilimar Franco, do Globo, que mostram o ministro do STF Gilmar Mendes, o senador José Serra (PSDB-SP) e o economista Armínio Fraga, ex-futuro-ministro da Fazenda de Aécio Neves, o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, comenta: "O que – não apenas Gilmar, mas a mesa inteira ali – não consegue deglutir é que Lula, no Governo, reestrutura uma administração e um exercício de poder que estavam confusos, erráticos, sem conseguir dar consequências práticas às suas intenções"
Ao comentar foto publicada pelo jornalista Ilimar Franco, do Globo, que mostram o ministro do STF Gilmar Mendes, o senador José Serra (PSDB-SP) e o economista Armínio Fraga, ex-futuro-ministro da Fazenda de Aécio Neves, o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, comenta: "O que – não apenas Gilmar, mas a mesa inteira ali – não consegue deglutir é que Lula, no Governo, reestrutura uma administração e um exercício de poder que estavam confusos, erráticos, sem conseguir dar consequências práticas às suas intenções" (Foto: Gisele Federicce)

Por Fernando Brito, do Tijolaço

Foto preciosa capturada do blog do ótimo repórter Ilimar Franco, de O Globo, mostra repasto que hoje reuniu Gilmar Mendes, José Serra e o ex-futuro-ministro da Fazenda de Aécio Neves.

Como era um restaurante de massas – alimentícias, claro – certamente não devoraram lulas, embora não seja possível dizer que as azeitonas tinham caroço.

O ministro do STF não deve ter ficado muito satisfeito, pois, saindo dali, a caminho do Supremo, mostrou seu apetite, dizendo que a corte teria de examinar a validade da nomeação de Lula para o ministério da forma que analisaria a de “um empreiteiro preso” que buscasse foro privilegiado.

O que – não apenas Gilmar, mas a mesa inteira ali – não consegue deglutir é que Lula, no Governo, reestrutura uma administração e um exercício de poder que estavam confusos, erráticos, sem conseguir dar consequências práticas às suas intenções.

Dilma o resumiu em sua entrevista: “Com ele, meu Governo fica mais forte. Por isso, tem gente que não quer que assuma”.

Se eu, modestamente, pudesse sugerir um cardápio a Sua Mereticência proporia “Lulas a Zagallo”.

Vão ter que o engolir, engolir o sapo.

Barbudo.

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