Glenn Greenwald: questionamentos sobre condenação de Lula são legítimos

Em entrevista ao programa Democracy Now, da TV americana, o jornalista Glenn Greenwald, um dos mais respeitados profissionais da imprensa global, avalia que, após o impeachment de Dilma Rousseff e agora com a condenação do ex-presidente Lula, "passa a impressão, sem querer entrar no mérito do processo, de que realmente se está tentando impedir que o povo tenha os presidentes que escolheu"

Em entrevista ao programa Democracy Now, da TV americana, o jornalista Glenn Greenwald, um dos mais respeitados profissionais da imprensa global, avalia que, após o impeachment de Dilma Rousseff e agora com a condenação do ex-presidente Lula, "passa a impressão, sem querer entrar no mérito do processo, de que realmente se está tentando impedir que o povo tenha os presidentes que escolheu"
Em entrevista ao programa Democracy Now, da TV americana, o jornalista Glenn Greenwald, um dos mais respeitados profissionais da imprensa global, avalia que, após o impeachment de Dilma Rousseff e agora com a condenação do ex-presidente Lula, "passa a impressão, sem querer entrar no mérito do processo, de que realmente se está tentando impedir que o povo tenha os presidentes que escolheu" (Foto: Gisele Federicce)

247 - Em entrevista ao programa Democracy Now, da TV americana, o jornalista Glenn Greenwald, prêmio Pulitzer e um dos mais respeitados profissionais da imprensa global, avalia que há "questionamentos legítimos" a respeito do processo que condenou o ex-presidente Lula.

Greenwald observa que, após o impeachment de Dilma Rousseff e agora com a condenação do ex-presidente Lula, "passa a impressão, sem querer entrar no mérito do processo, de que realmente se está tentando impedir que o povo tenha os presidentes que escolheu, que são os líderes do PT".

Ele alerta que os políticos que tiraram Dilma do poder e que não foram sequer julgados, mas que hoje governam o País, têm crimes gravíssimos contra eles, como o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o próprio Michel Temer.

O jornalista observa ainda que, com a ida de Temer para a presidência e sua aliança com o PSDB, o Brasil migrou de um país de centro-esquerda, quando era presidido pelo PT, para centro-direita, com Temer, e agora pode virar de direita, se o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), assumir a cadeira do peemedebista. "Sem nenhum voto", diz ele.

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