Guardian: filho de Machado gasta R$ 90 mi em imóveis no Reino Unido

Expedito Machado, o filho do ex-presidente da Transpetro, gastou 21 milhões de libras, ou R$ 90,2 milhões, em negócios imobiliários em 2014 e 2015, a compra de edifícios de escritórios na City londrina, na Fleet Street, rua central de Londres, um apartamento em Mayfair e um terreno ao lado do canal na zona portuária de Leeds, segundo reportagem do jornal britânico The Guardian; destaque foi de Fernando Brito, do Tijolaço

Expedito Machado, o filho do ex-presidente da Transpetro, gastou 21 milhões de libras, ou R$ 90,2 milhões, em negócios imobiliários em 2014 e 2015, a compra de edifícios de escritórios na City londrina, na Fleet Street, rua central de Londres, um apartamento em Mayfair e um terreno ao lado do canal na zona portuária de Leeds, segundo reportagem do jornal britânico The Guardian; destaque foi de Fernando Brito, do Tijolaço
Expedito Machado, o filho do ex-presidente da Transpetro, gastou 21 milhões de libras, ou R$ 90,2 milhões, em negócios imobiliários em 2014 e 2015, a compra de edifícios de escritórios na City londrina, na Fleet Street, rua central de Londres, um apartamento em Mayfair e um terreno ao lado do canal na zona portuária de Leeds, segundo reportagem do jornal britânico The Guardian; destaque foi de Fernando Brito, do Tijolaço (Foto: Gisele Federicce)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - O jornal inglês The Guardian investigou e publica hoje um relatório sobre os negócios imobiliários de Sérgio – o filho de Expedito Machado, o ex-tucano que dirigia a Transpetro e que ficou conhecido do país inteiro pelas gravações que fez de diálogos com Renan Calheiros, Romero Jucá e José Sarney.

Sérgio gastou 21 milhões de libras, ou R$ 90,2 milhões, em negócios imobiliários em 2014 e 2015, a compra de edifícios de escritórios na City londrina, na Fleet Street, rua central de Londres, um apartamento em Mayfair e um terreno ao lado do canal na zona portuária de Leeds.

Do The Guardian (espero que logo alguém traduza melhor que eu e o Google):

Próximo de seu pai e com vontade de segui-lo na política, Expedito começou a atuar como um intermediário em 2007, ajudando coletar propinas de empreiteiros. Sua declaração de testemunha diz que seu pai, depois de assumir seu cargo na Transpetro, quando ele perdeu sua cadeira no Senado em 2003, foi “pressionado a obter fundos ilegais de políticos que o tinham apoiado”.

Ao longo dos cinco anos seguintes, a família depositou R$ 72 milhões em uma conta no HSBC em Zurique. Aberta  em 2007, a conta foi controlada por um fundo criado pelo banco,  a pedido de Expedito.

O dinheiro foi transferido do HSBC para outro banco suíço Julius Baer, ​​em 2013. Lá, foi aplicada  em fundos de investimento.

No ano seguinte, Expedito decidiu mudar seus “ativos” de fundos para propriedades. “No final de 2014, ele decidiu começar a fazer investimentos em imóveis na Europa e foi aconselhado por advogados que a melhor estrutura fiscal seria através de trustees, afirma o depoimento de Expedito.

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