"Há um enorme boom de investimento em mídia"

Ex-editor do Washington Post, jornalista Steve Coll, hoje na revista "The New Yorker" e na direção da Faculdade de Jornalismo da Universidade Columbia, diz que época é de desafios para o jornalismo, mas futuro é promissor; ele cita a "The Atlantic", que fez uma transição bem-sucedida do papel para o digital, e o "Buzzfeed", que já conseguiu transformar sua audiência em receita

Ex-editor do Washington Post, jornalista Steve Coll, hoje na revista "The New Yorker" e na direção da Faculdade de Jornalismo da Universidade Columbia, diz que época é de desafios para o jornalismo, mas futuro é promissor; ele cita a "The Atlantic", que fez uma transição bem-sucedida do papel para o digital, e o "Buzzfeed", que já conseguiu transformar sua audiência em receita
Ex-editor do Washington Post, jornalista Steve Coll, hoje na revista "The New Yorker" e na direção da Faculdade de Jornalismo da Universidade Columbia, diz que época é de desafios para o jornalismo, mas futuro é promissor; ele cita a "The Atlantic", que fez uma transição bem-sucedida do papel para o digital, e o "Buzzfeed", que já conseguiu transformar sua audiência em receita (Foto: Roberta Namour)
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247 – Após quase uma década como editor do Washington Post, o jornalista Steve Coll prevê um futuro promissor para o jornalismo, apesar de grandes desafios. 

Atualmente na revista "The New Yorker" e na direção da Faculdade de Jornalismo da Universidade Columbia, ele afirma que a recessão nos EUA já acabou e há muitos novos investimentos em mídia a caminho. "Há um reconhecimento cada vez maior, por parte de quem preza a democracia e valoriza o bom jornalismo, do seu valor", diz.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, ele cita como modelo das transformações a revista "The Atlantic", que fez um transição muito bem-sucedida do papel para o digital, e o "Buzzfeed", que já conseguiu transformar sua audiência em receita. O site agrega conteúdo viral da internet.

Ele diz ainda que o Twitter se adapta mais às suas necessidades e critica o Facebook: “muito poluído pelo comércio” (leia mais aqui).

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