Helena Chagas: 2018 será a eleição dos ricos e famosos

A jornalista Helena Chagas, do blog Os Divergentes, avalia que junto com a resolução do TSE que libera o autofinanciamento integral de campanhas eleitorais, mais do que qualquer outra, a eleição de 2018 será dos ricos e famosos; "É o que acontecerá com a combinação da campanha mais curta (45 dias, sendo 30 de rádio e TV), que favorece os candidatos já conhecidos, com a permissão praticamente ilimitada de autofinanciamento, que coloca os ricos em larga vantagem", diz ela; entre os beneficiados da política do TSE está o apresentador Luciano Huck

A jornalista Helena Chagas, do blog Os Divergentes, avalia que junto com a resolução do TSE que libera o autofinanciamento integral de campanhas eleitorais, mais do que qualquer outra, a eleição de 2018 será dos ricos e famosos; "É o que acontecerá com a combinação da campanha mais curta (45 dias, sendo 30 de rádio e TV), que favorece os candidatos já conhecidos, com a permissão praticamente ilimitada de autofinanciamento, que coloca os ricos em larga vantagem", diz ela; entre os beneficiados da política do TSE está o apresentador Luciano Huck
A jornalista Helena Chagas, do blog Os Divergentes, avalia que junto com a resolução do TSE que libera o autofinanciamento integral de campanhas eleitorais, mais do que qualquer outra, a eleição de 2018 será dos ricos e famosos; "É o que acontecerá com a combinação da campanha mais curta (45 dias, sendo 30 de rádio e TV), que favorece os candidatos já conhecidos, com a permissão praticamente ilimitada de autofinanciamento, que coloca os ricos em larga vantagem", diz ela; entre os beneficiados da política do TSE está o apresentador Luciano Huck (Foto: Aquiles Lins)

247 - A jornalista Helena Chagas, do blog Os Divergentes, avalia que junto com a resolução do TSE que libera o autofinanciamento integral de campanhas eleitorais, mais do que qualquer outra, a eleição de 2018 será dos ricos e famosos.

"É o que acontecerá com a combinação da campanha mais curta (45 dias, sendo 30 de rádio e TV), que favorece os candidatos já conhecidos, com a permissão praticamente ilimitada de autofinanciamento, que coloca os ricos em larga vantagem", diz ela. 

"O benefício aos mais abastados será elevado à enésima potência, pois os milionários podem botar milhões em sua própria campanha, tendo como limites apenas o máximo de gastos permitido para cada cargo em disputa: para presidente da República, por exemplo, R$ 70 milhões; para deputado federal, R$ 2,5 milhões", acrescenta Chagas. 

Para a jornalista, a última esperança da República está, para variar, no Supremo Tribunal Federal, onde esse assunto vai parar. "É possível que, lá, seja restabelecido o limite para doação individual do próprio candidato. É bom lembrar, porém, que essa hipótese torna-se mais difícil à medida em que se aproximam as campanhas. Ou decide agora, ou nunca mais", afirma. 

Leia o texto na íntegra no blog Os Divergentes.

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