Helena Chagas aponta “jogo de empurra: prédio desabou na cabeça das autoridades”

"Talvez no tortuoso raciocínio de Dória, dizer que a solução é evitar as invasões – quase sempre promovidas por movimentos de esquerda como o MTST – seja uma maneira de tirar o corpo fora e jogar a responsabilidade para terceiros", afirma a jornalista Helena Chagas; "Na verdade, o prédio do largo do Paissandu desabou na cabeça de todos os políticos"

"Talvez no tortuoso raciocínio de Dória, dizer que a solução é evitar as invasões – quase sempre promovidas por movimentos de esquerda como o MTST – seja uma maneira de tirar o corpo fora e jogar a responsabilidade para terceiros", afirma a jornalista Helena Chagas; "Na verdade, o prédio do largo do Paissandu desabou na cabeça de todos os políticos"
"Talvez no tortuoso raciocínio de Dória, dizer que a solução é evitar as invasões – quase sempre promovidas por movimentos de esquerda como o MTST – seja uma maneira de tirar o corpo fora e jogar a responsabilidade para terceiros", afirma a jornalista Helena Chagas; "Na verdade, o prédio do largo do Paissandu desabou na cabeça de todos os políticos" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - "Seria cômico, se não fosse trágico, o bate-cabeças e o jogo de empurra das autoridades em torno do incêndio e do desabamento do prédio no largo do Paissandu, nesta madrugada de um ano eleitoral hoje em São Paulo", diz a jornalista Helena Chagas. "O atual prefeito, Bruno Covas, correu a dizer que a prefeitura não tinha culpa. O ex, João Dória, fez questão de informar que o prédio havia sido invadido e abrigava integrantes de uma facção criminosa – como se isso justificasse o descaso que colocou em risco as vidas das famílias, crianças e todos que ali estavam".

Segundo a blogueira, "pelo jeito, a disputa agora é para mostrar se o edifício desabou para a direita ou para a esquerda. Diretamente responsável pela segurança do prédio ocupado, a prefeitura tem muito a responder, mas o estado e a União, dona do prédio, também".

"Talvez no tortuoso raciocínio de Dória, dizer que a solução é evitar as invasões – quase sempre promovidas por movimentos de esquerda como o MTST – seja uma maneira de tirar o corpo fora e jogar a responsabilidade para terceiros", afirma. "Na verdade, o prédio do largo do Paissandu desabou na cabeça de todos os políticos".

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