Helena Chagas: arranjo presidencial para 2018 sai da votação desta quarta

"Ninguém espera surpresas na votação desta quarta em que a Câmara deverá enterrar a segunda denúncia contra Michel Temer. Mas o tamanho da vitória do Planalto será decisivo para o rearranjo das forças do campo da centro-direita para 2018", avalia a jornalista; "Vai ficar claro, por exemplo, se os partidos hoje aliados do governo terão condições de marchar juntos ou se vão se dividir em candidaturas presidenciais concorrentes", afirma

"Ninguém espera surpresas na votação desta quarta em que a Câmara deverá enterrar a segunda denúncia contra Michel Temer. Mas o tamanho da vitória do Planalto será decisivo para o rearranjo das forças do campo da centro-direita para 2018", avalia a jornalista; "Vai ficar claro, por exemplo, se os partidos hoje aliados do governo terão condições de marchar juntos ou se vão se dividir em candidaturas presidenciais concorrentes", afirma
"Ninguém espera surpresas na votação desta quarta em que a Câmara deverá enterrar a segunda denúncia contra Michel Temer. Mas o tamanho da vitória do Planalto será decisivo para o rearranjo das forças do campo da centro-direita para 2018", avalia a jornalista; "Vai ficar claro, por exemplo, se os partidos hoje aliados do governo terão condições de marchar juntos ou se vão se dividir em candidaturas presidenciais concorrentes", afirma (Foto: Gisele Federicce)

247 - Que a votação marcada para esta quarta-feira 25 na Câmara dos Deputados deverá enterrar a segunda denúncia contra Michel Temer não há dúvida. O fato novo estará no que poderá ser visto como arranjo presidencial para 2018, analisa a jornalista Helena Chagas.

"O tamanho da vitória do Planalto, que os governistas temem ser menor do que os 263 da primeira vez, será decisivo para o rearranjo das forças do campo da centro-direita para 2018. Vai ficar claro, por exemplo, se os partidos hoje aliados do governo, a base do impeachment de Dilma Rousseff, terão condições de marchar juntos ou se vão se dividir em candidaturas presidenciais concorrentes", escreve a colunista no site Os Divergentes.

"O comportamento do PSDB, sobretudo o do governador Geraldo Alckmin, será olhado com lupa", afirma. "Dividido ao meio na primeira denúncia (20 x 21), com boa parte da bancada paulista contra Temer, o partido tende a se fragmentar novamente – o que poderá reforçar os argumentos do Centrão, que está de olho em seus ministérios, e precipitar um desembarque tucano do governo, na base do cada um por si em 2018", acrescenta.

 

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