Helena Chagas: Cunha já dispara e seu primeiro alvo é Renan

A jornalista Helena Chagas afirma que a suposta delação de um ex-executivo da Hypermarcas, que teria confessado ter pago, via intermediários, propina de R$ 30 milhões a senadores peemedebistas como Renan Calheiros, Romero Jucá e Eduardo Braga, "está deixando muita gente intrigada. "A impressão é de que pode haver o dedo de Eduardo Cunha aí", diz; ela lembra que entre os intermediários citados por Nelson de Mello está Milton Lyra, "comprovadamente um sujeito muito ligado ao presidente afastado da Câmara"

A jornalista Helena Chagas afirma que a suposta delação de um ex-executivo da Hypermarcas, que teria confessado ter pago, via intermediários, propina de R$ 30 milhões a senadores peemedebistas como Renan Calheiros, Romero Jucá e Eduardo Braga, "está deixando muita gente intrigada. "A impressão é de que pode haver o dedo de Eduardo Cunha aí", diz; ela lembra que entre os intermediários citados por Nelson de Mello está Milton Lyra, "comprovadamente um sujeito muito ligado ao presidente afastado da Câmara"
A jornalista Helena Chagas afirma que a suposta delação de um ex-executivo da Hypermarcas, que teria confessado ter pago, via intermediários, propina de R$ 30 milhões a senadores peemedebistas como Renan Calheiros, Romero Jucá e Eduardo Braga, "está deixando muita gente intrigada. "A impressão é de que pode haver o dedo de Eduardo Cunha aí", diz; ela lembra que entre os intermediários citados por Nelson de Mello está Milton Lyra, "comprovadamente um sujeito muito ligado ao presidente afastado da Câmara" (Foto: Valter Lima)

247 - A jornalista Helena Chagas afirma que a suposta delação de um ex-executivo da Hypermarcas, que teria confessado ter pago, via intermediários, propina de R$ 30 milhões a senadores peemedebistas como Renan Calheiros, Romero Jucá e Eduardo Braga, "está deixando muita gente intrigada. "A impressão é de que pode haver o dedo de Eduardo Cunha aí", diz.

Ela lembra que entre os intermediários citados por Nelson de Mello está Milton Lyra, "comprovadamente um sujeito muito ligado ao presidente afastado da Câmara".

"Porque, também, o próprio Cunha aparece entre os que teriam sido mencionados, mas sem ligação com valores e de forma muito colateral – uma vacina? Finalmente, porque, a esta altura do campeonato, interessa a Cunha – que viria fazendo ameaças veladas aos colegas peemedebistas – jogar lenha na fogueira que arde no Senado, embaixo de Renan e outros, para desviar o foco da sua. Em Brasília, uma das formas de acalmar uma crise sempre é criar outra", diz.

Leia o texto na íntegra no site Os Divergentes.

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