Helena Chagas: Presidência pode cair nas mãos de Toffoli

A jornalista Helena Chagas retrata uma sequência de fatos que, se concretizados, podem levar o ministro Dias Toffoli a assumir a Presidência da República; com a apresentação da terceira denúncia pela PGR, deputados não arriscarão a reeleição para salvar Temer novamente; com sua queda, Rodrigo Maia e Eunício Oliveira, segundo e terceiro na linha de sucessão, só pode assumir se desistissem da eleição; "Se nenhum dos dois topar, caberá ao presidente do STF assumir em caráter interino a presidência da República – e este será, muito provavelmente, o ministro Dias Toffoli, que recebe o cargo da ministra Cármen Lúcia em setembro”  

A jornalista Helena Chagas retrata uma sequência de fatos que, se concretizados, podem levar o ministro Dias Toffoli a assumir a Presidência da República; com a apresentação da terceira denúncia pela PGR, deputados não arriscarão a reeleição para salvar Temer novamente; com sua queda, Rodrigo Maia e Eunício Oliveira, segundo e terceiro na linha de sucessão, só pode assumir se desistissem da eleição; "Se nenhum dos dois topar, caberá ao presidente do STF assumir em caráter interino a presidência da República – e este será, muito provavelmente, o ministro Dias Toffoli, que recebe o cargo da ministra Cármen Lúcia em setembro”
 
A jornalista Helena Chagas retrata uma sequência de fatos que, se concretizados, podem levar o ministro Dias Toffoli a assumir a Presidência da República; com a apresentação da terceira denúncia pela PGR, deputados não arriscarão a reeleição para salvar Temer novamente; com sua queda, Rodrigo Maia e Eunício Oliveira, segundo e terceiro na linha de sucessão, só pode assumir se desistissem da eleição; "Se nenhum dos dois topar, caberá ao presidente do STF assumir em caráter interino a presidência da República – e este será, muito provavelmente, o ministro Dias Toffoli, que recebe o cargo da ministra Cármen Lúcia em setembro”   (Foto: Aquiles Lins)

247 - A jornalista Helena Chagas avaliou nessa terça-feira, 12, que a terceira denúncia contra Michel Temer, que deve apresentada pela procuradora-geral Raquel Dodge, está sendo debatida nos bastidores do Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal. 

"Se a procuradora apresentar a denúncia ao STF, esta tem que ser mandada à Câmara, onde há hoje uma ex-base aliada que, na visão dos parlamentares mais experientes, não colocará sua reeleição em risco para preservar pela terceira vez um presidente com rejeição recorde. Autorizada a denúncia pelos deputados, Temer teria que ser afastado do cargo imediatamente para ser julgado. O prazo máximo do afastamento é de 180 dias, o que na prática significaria o fim do governo", diz ela. 

"Quem assume? O vice, que no caso só poderia ser Rodrigo Maia, ou Eunicio Oliveira, se eles desistissem da eleição de outubro. Teriam, porém que trocar dois ou três meses no Planalto por quatro (ou oito) anos no Congresso, possivelmente no comando de sua Casa, caso de Maia. Se nenhum dos dois topar, caberá ao presidente do STF assumir em caráter interino a presidência da República – e este será, muito provavelmente, o ministro Dias Toffoli, que recebe o cargo da ministra Cármen Lúcia em setembro", avisa. 

Leia o texto na íntegra.

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