Helena Chagas: reações à execução de vereadora acuam Planalto

"Não foi por acaso que Michel Temer mandou às pressas para o Rio o ministro da Segurança, Raul Jungmann, com a missão de cobrar das forças da intervenção e até da PF o esclarecimento do crime o mais rapidamente possível. É o único jeito de o governo federal manter a moral de sua intervenção – que, a esta altura, corre sério risco de desmoralização", escreve a jornalista Helena Chagas

"Não foi por acaso que Michel Temer mandou às pressas para o Rio o ministro da Segurança, Raul Jungmann, com a missão de cobrar das forças da intervenção e até da PF o esclarecimento do crime o mais rapidamente possível. É o único jeito de o governo federal manter a moral de sua intervenção – que, a esta altura, corre sério risco de desmoralização", escreve a jornalista Helena Chagas
"Não foi por acaso que Michel Temer mandou às pressas para o Rio o ministro da Segurança, Raul Jungmann, com a missão de cobrar das forças da intervenção e até da PF o esclarecimento do crime o mais rapidamente possível. É o único jeito de o governo federal manter a moral de sua intervenção – que, a esta altura, corre sério risco de desmoralização", escreve a jornalista Helena Chagas (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - "Quem mandou botar a mão nessa cumbuca? Foi o governo Michel Temer que, por livre e espontânea vontade – e marquetagem – resolveu decretar intervenção no Rio e puxar para seu colo a obrigação de resolver, ou amenizar, o gravissimo problema da segurança no estado. Agora, depois da comoção e das fortes reações ao brutal assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, o Planalto está muito assustado", diz a jornalista Helena Chagas.

"Assustado sobretudo com a possibilidade de o episódio servir para mostrar que o rei esta nu, ou seja, a obviedade de que questões sérias ligadas à violência e ao crime organizado não se resolvem fazendo reuniões e aparecendo na TV"

Segundo ela, "não foi por acaso que Michel Temer mandou às pressas para o Rio o ministro da Segurança, Raul Jungmann, com a missão de cobrar das forças da intervenção e até da PF o esclarecimento do crime o mais rapidamente possível. É o único jeito de o governo federal manter a moral de sua intervenção – que, a esta altura, corre sério risco de desmoralização".

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