Helena Chagas: Temer apenas prolonga sua agonia

Jornalista Helena Chagas, do blog OS Divergentes, afirmou que, ao resistir à renúncia diante das acusações de corrupção, associação criminosa e obstrução da Justiça comprovadas pela JBS, Michel Temer apenas prolonga sua agonia e aprofunda a crise do País; "O movimento de seus acusadores, e da própria mídia, agora, é focar no conjunto da obra, mostrando seguidos depoimentos, gravações e investigações referentes a outros episódios em torno do presidente. Não há quem resista. O embate hoje é este, entre a morte súbita e a agonia da doença prolongada. Michel Temer perdeu as condições de governabilidade, mas ainda não morreu", diz

Jornalista Helena Chagas, do blog OS Divergentes, afirmou que, ao resistir à renúncia diante das acusações de corrupção, associação criminosa e obstrução da Justiça comprovadas pela JBS, Michel Temer apenas prolonga sua agonia e aprofunda a crise do País; "O movimento de seus acusadores, e da própria mídia, agora, é focar no conjunto da obra, mostrando seguidos depoimentos, gravações e investigações referentes a outros episódios em torno do presidente. Não há quem resista. O embate hoje é este, entre a morte súbita e a agonia da doença prolongada. Michel Temer perdeu as condições de governabilidade, mas ainda não morreu", diz
Jornalista Helena Chagas, do blog OS Divergentes, afirmou que, ao resistir à renúncia diante das acusações de corrupção, associação criminosa e obstrução da Justiça comprovadas pela JBS, Michel Temer apenas prolonga sua agonia e aprofunda a crise do País; "O movimento de seus acusadores, e da própria mídia, agora, é focar no conjunto da obra, mostrando seguidos depoimentos, gravações e investigações referentes a outros episódios em torno do presidente. Não há quem resista. O embate hoje é este, entre a morte súbita e a agonia da doença prolongada. Michel Temer perdeu as condições de governabilidade, mas ainda não morreu", diz (Foto: Aquiles Lins)

247 - A jornalista Helena Chagas, do blog OS Divergentes, afirmou que, ao resistir à renúncia diante das acusações de corrupção, associação criminosa e obstrução da Justiça comprovadas pela JBS, Michel Temer apenas prolonga sua agonia e aprofunda a crise do País. 

"Temer está convencido de que, se renunciar, pode ir parar na cadeia – pior de tudo, em Curitiba, nas mãos de Moro, já que perde a prerrogativa de foro", aponta a jornalista como um dos principais motivos de Temer tentar permanecer no Poder.

"É preciso lembrar também que Temer, apesar da nítida debandada de sua base, não é só Temer nesta hora. Ele é chefe de um grupo político, uma parcela do PMDB que, tanto quanto ele, teme que a derrocada vá resultar em cadeia. Só no entorno palaciano do presidente, estão investigados, na mesma situação de não poder perder o foro do STF, os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco. Sem falar no deputado agora afastado Rodrigo Rocha Loures. Em casa, portanto, a pressão é contra a renúncia, pela resistência, embora nos meios politicos e midiáticos o movimento seja exatamente o contrário", lembra Chagas. 

Apesar da resistência, a jornalista diz que é provável que a queda de Temer seja uma questão de tempo. "O movimento de seus acusadores, e da própria mídia, agora, é focar no conjunto da obra, mostrando seguidos depoimentos, gravações e investigações referentes a outros episódios em torno do presidente. Não há quem resista. O embate hoje é este, entre a morte súbita e a agonia da doença prolongada. Michel Temer perdeu as condições de governabilidade, mas ainda não morreu", diz Helena Chagas. 

Leia o texto na íntegra no blog Os Divergentes

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