Janio diz que "marcolas pedem impeachment"

O colunista Janio de Freitas alerta, em sua coluna desta terça-feira, para o risco de um neogolpismo no Brasil; "No caso extremo dessas esperadas mudanças a história oferece a fileira de golpes de Estado, consumados ou não. A cada recuperação do regime legal estuprado pelos militares, 'nunca mais haveria golpe'. Até vir o seguinte", diz ele

O colunista Janio de Freitas alerta, em sua coluna desta terça-feira, para o risco de um neogolpismo no Brasil; "No caso extremo dessas esperadas mudanças a história oferece a fileira de golpes de Estado, consumados ou não. A cada recuperação do regime legal estuprado pelos militares, 'nunca mais haveria golpe'. Até vir o seguinte", diz ele
O colunista Janio de Freitas alerta, em sua coluna desta terça-feira, para o risco de um neogolpismo no Brasil; "No caso extremo dessas esperadas mudanças a história oferece a fileira de golpes de Estado, consumados ou não. A cada recuperação do regime legal estuprado pelos militares, 'nunca mais haveria golpe'. Até vir o seguinte", diz ele (Foto: Leonardo Attuch)

247 - O colunista Janio de Freitas alerta, em sua coluna desta terça-feira, para o risco de um neogolpismo no Brasil. Na coluna Mudar para continuar, ele aborda o tema.

"Um escândalo é um escândalo, não é uma solução. O otimismo, que não é só de Dilma Rousseff, mas foi por ela sintetizado na convicção de que o escândalo da Petrobras "pode mudar o país para sempre" ao "acabar com a impunidade", já foi submetido a muitos testes. E não passou por nenhum", diz ele.

Em seguida, ele aborda o risco de rupturas institucionais. "No caso extremo dessas esperadas mudanças a história oferece a fileira de golpes de Estado, consumados ou não. A cada recuperação do regime legal estuprado pelos militares, "nunca mais haveria golpe". Até vir o seguinte."

Segundo Janio, "marcolas ideológicos" pedem golpe sob a forma de impeachment. "Entre nós, na melhor hipótese, mudam-se os métodos. Já na primeira eleição com princípios democráticos, pós-ditadura militar, exibiu-se o golpe eleitoral preventivo. Solucionou o temido risco de violência civil, em dimensão nacional, contra a conspiração e o golpe militar no caso da possível eleição de Lula. Agora mesmo passeia pelas ruas de São Paulo uma gangue de marcolas ideológicos pedindo um golpe sob a forma de impeachment."

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