Janio: intervenção de Temer é contra o Exército

jornalista Janio de Freitas afirma neste domingo, 18, que a intervenção federal no Rio, como está feita, é "mais contra o Exército do que contra os delinquentes a serem combatidos"; segundo ele, não há por que supor ao menos redução da mortandade, tão logo acabe a usual retração dos delinquentes quando há novidade na repressão; "Os ideólogos da intervenção pensaram em política. E deixaram o Exército, que tem se mantido exemplar no Estado de Direito, com todo o risco"

jornalista Janio de Freitas afirma neste domingo, 18, que a intervenção federal no Rio, como está feita, é "mais contra o Exército do que contra os delinquentes a serem combatidos"; segundo ele, não há por que supor ao menos redução da mortandade, tão logo acabe a usual retração dos delinquentes quando há novidade na repressão; "Os ideólogos da intervenção pensaram em política. E deixaram o Exército, que tem se mantido exemplar no Estado de Direito, com todo o risco"
jornalista Janio de Freitas afirma neste domingo, 18, que a intervenção federal no Rio, como está feita, é "mais contra o Exército do que contra os delinquentes a serem combatidos"; segundo ele, não há por que supor ao menos redução da mortandade, tão logo acabe a usual retração dos delinquentes quando há novidade na repressão; "Os ideólogos da intervenção pensaram em política. E deixaram o Exército, que tem se mantido exemplar no Estado de Direito, com todo o risco" (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Janio de Freitas afirma neste domingo, 18, que a intervenção federal no Rio, como está feita, é "mais contra o Exército do que contra os delinquentes a serem combatidos".

Segundo ele, não há por que supor ao menos redução da mortandade, tão logo acabe a usual retração dos delinquentes quando há novidade na repressão.

"O Exército está em operações no Rio desde julho de 2017. Se, passados sete meses, quem assinou aquele envio da tropa assina, agora, a intervenção para a mesma garantia da ordem, não é preciso recorrer a números para concluir pelo insucesso do Exército", diz Janio.

Segundo Janio de Freitas, a única novidade da intervenção é a intervenção. "Feita em cima das pernas. Nada foi estudado da situação atual, que já difere da vigente há um mês, nem discutido sobre um modo de agir diferente dos pouco ou mal sucedidos de até agora. Os ideólogos da intervenção pensaram em política. E deixaram o Exército, que tem se mantido exemplar no Estado de Direito, com todo o risco", diz ele. 

Leia o artigo na íntegra na Folha de S. Paulo

 

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