Janio: propina da Odebrecht a Temer deveria custar a presidência

"A propósito: se um empresário de obras públicas é convidado a jantar com o vice-presidente da República, em palácio, e dele ouve um pedido explícito de dinheiro, que alternativas tem para sua resposta?", questiona o colunista Janio de Freitas, afirmando que o jantar entre Michel Temer e Marcelo Odebrecht foi quase uma extorsão

"A propósito: se um empresário de obras públicas é convidado a jantar com o vice-presidente da República, em palácio, e dele ouve um pedido explícito de dinheiro, que alternativas tem para sua resposta?", questiona o colunista Janio de Freitas, afirmando que o jantar entre Michel Temer e Marcelo Odebrecht foi quase uma extorsão
"A propósito: se um empresário de obras públicas é convidado a jantar com o vice-presidente da República, em palácio, e dele ouve um pedido explícito de dinheiro, que alternativas tem para sua resposta?", questiona o colunista Janio de Freitas, afirmando que o jantar entre Michel Temer e Marcelo Odebrecht foi quase uma extorsão (Foto: Leonardo Attuch)
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247 – Num país minimamente sério, a denúncia de que Michel Temer negociou uma doação de R$ 10 milhões da Odebrecht, paga pelo departamento de propinas da empreiteira, derrubá-lo-ia da presidência.

É o que argumenta o colunista Janio de Freitas.

"A história dos R$ 10 milhões dados pela Odebrecht a pedido de Michel Temer, na campanha de 2014, vale bem mais do que aqueles milhões. Se os inquéritos que 'estão mudando o Brasil' fossem menos sinuosos, a história poderia valer a Presidência da República. E dar uma dimensão mais real ao ataque à corrupção que vai da política aos cofres públicos e privados", diz ele.

"A propósito: se um empresário de obras públicas é convidado a jantar com o vice-presidente da República, em palácio, e dele ouve um pedido explícito de dinheiro, que alternativas tem para sua resposta?", questiona, afirmando que o jantar entre Michel Temer e Marcelo Odebrecht foi quase uma extorsão.

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