Janio repudia manobra para eximir donos de empresas por corrupção

Colunista Janio de Freitas, da Folha, questionou neste domingo, 13, a proposta do deputado André Moura (PSC-SE) no projeto para acordos de leniência; "Está evidente o seu objetivo, e portanto do governo Michel Temer, em três itens", diz ele; "Por um, proibir que documentos empresariais apresentados para acordo sejam usados por outros inquéritos. O segundo é anistiar o 'caixa dois'. E, por fim, restringir às empresas a responsabilidade pela corrupção, sem implicar diretores e donos. Como empresa não faz corrupção, que é obra de pessoas, já se sabe o que está por traz da pretensão do governo. A que custo, isso não se sabe ainda", completa

Colunista Janio de Freitas, da Folha, questionou neste domingo, 13, a proposta do deputado André Moura (PSC-SE) no projeto para acordos de leniência; "Está evidente o seu objetivo, e portanto do governo Michel Temer, em três itens", diz ele; "Por um, proibir que documentos empresariais apresentados para acordo sejam usados por outros inquéritos. O segundo é anistiar o 'caixa dois'. E, por fim, restringir às empresas a responsabilidade pela corrupção, sem implicar diretores e donos. Como empresa não faz corrupção, que é obra de pessoas, já se sabe o que está por traz da pretensão do governo. A que custo, isso não se sabe ainda", completa
Colunista Janio de Freitas, da Folha, questionou neste domingo, 13, a proposta do deputado André Moura (PSC-SE) no projeto para acordos de leniência; "Está evidente o seu objetivo, e portanto do governo Michel Temer, em três itens", diz ele; "Por um, proibir que documentos empresariais apresentados para acordo sejam usados por outros inquéritos. O segundo é anistiar o 'caixa dois'. E, por fim, restringir às empresas a responsabilidade pela corrupção, sem implicar diretores e donos. Como empresa não faz corrupção, que é obra de pessoas, já se sabe o que está por traz da pretensão do governo. A que custo, isso não se sabe ainda", completa (Foto: Aquiles Lins)

247 - O colunista Janio de Freitas, da Folha, questionou neste domingo, 13, a manobra de membros do Congresso Nacional para eximir donos de empresas de casos de corrupção. 

"A merecer repulsa, desde logo, são as manobras do deputado André Moura no projeto para acordos de leniência (como a delação premiada, porém com empresas). Está evidente o seu objetivo, e portanto do governo Michel Temer, em três itens", diz ele. 

"Por um, proibir que documentos empresariais apresentados para acordo sejam usados por outros inquéritos. O segundo é anistiar o "caixa dois". E, por fim, restringir às empresas a responsabilidade pela corrupção, sem implicar diretores e donos. Como empresa não faz corrupção, que é obra de pessoas, já se sabe o que está por traz da pretensão do governo. A que custo, isso não se sabe ainda", completa.

Ele faz uma crítica à incoerência de membros do Poder Judiciário em condenar os projetos de lei que tratam dos supersalários de servidores públicos e do abuso de autoridade, em tramitação no Senado. "O clima fervente no Poder Judiciário vem muito da incitação feita pelos procuradores da Lava Jato e por Sergio Moro. Tudo lhes é permitido, logo, qualquer discordância com o emanado do grupo é mais do que heresia: é, como diz Deltan Dallagnol, querer 'a morte da Lava Jato', quando não é defesa da corrupção", afirma Janio. 

Leia na íntegra o artigo de Janio de Freitas. 

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