Janio: sob “risco” de ampliar alvos, Lava Jato enrolou para prender Jorge Luz

Colunista Janio de Freitas criticou neste domingo, 26, a demora dos integrantes da operação Lava Jato para prender o lobista Jorge Luz, apontado como um dos principais operadores do pagamento de propina a políticos do PMDB; "Já o delator dos delatores, Paulo Roberto Costa, apontou-lhes o dedo ainda no início de sua nova e logo bem sucedida carreira", afirma; "Jorge Luz –um nome fácil de guardar para sempre– está na ativa desde os tempos da ditadura. (...) Jorge Luz não pôde escapar da Lava Jato. Mas a Lava Jato não pôde escapar de Jorge Luz", afirma

Colunista Janio de Freitas criticou neste domingo, 26, a demora dos integrantes da operação Lava Jato para prender o lobista Jorge Luz, apontado como um dos principais operadores do pagamento de propina a políticos do PMDB; "Já o delator dos delatores, Paulo Roberto Costa, apontou-lhes o dedo ainda no início de sua nova e logo bem sucedida carreira", afirma; "Jorge Luz –um nome fácil de guardar para sempre– está na ativa desde os tempos da ditadura. (...) Jorge Luz não pôde escapar da Lava Jato. Mas a Lava Jato não pôde escapar de Jorge Luz", afirma
Colunista Janio de Freitas criticou neste domingo, 26, a demora dos integrantes da operação Lava Jato para prender o lobista Jorge Luz, apontado como um dos principais operadores do pagamento de propina a políticos do PMDB; "Já o delator dos delatores, Paulo Roberto Costa, apontou-lhes o dedo ainda no início de sua nova e logo bem sucedida carreira", afirma; "Jorge Luz –um nome fácil de guardar para sempre– está na ativa desde os tempos da ditadura. (...) Jorge Luz não pôde escapar da Lava Jato. Mas a Lava Jato não pôde escapar de Jorge Luz", afirma (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O colunista Janio de Freitas criticou neste domingo, 26, a demora dos integrantes da operação Lava Jato para prender o lobista Jorge Luz, apontado como um dos principais operadores do pagamento de propina a políticos do PMDB. 

Jorge Luz e seu filho, Bruno Luz, foram presos durante a 38º fase da Lava Jato, denominada Blackout. Os dois se encontravam nos Estados Unidos, mas já retornaram ao Brasil e estão presos em Brasília. 

"A Lava Jato levou quase três anos até dar aos dois a atenção que trabalharam muito para merecer. Não é que fossem desconhecidos ou mal conhecidos dos coletores de delações. Bem ao contrário. Já o delator dos delatores, Paulo Roberto Costa, apontou-lhes o dedo ainda no início de sua nova e logo bem sucedida carreira", afirma. 

Segundo Janior de Freitas, Jorge Luz tem dezenas de anos de serviço e de respeito no seu meio profissional, pela extensão da sua área de operações e pelo domínio das técnicas de sua especialidade –lobby e intermediação de negócios ilícitos.

"Em particular, nas fraudes em concorrências públicas. Jorge Luz –um nome fácil de guardar para sempre– está na ativa desde os tempos da ditadura. (...)  Jorge Luz e sua atividade baixaram ao limbo. Mesmo que, depois de Paulo Roberto, outros o mencionassem lá por 2014. Mas só em janeiro deste ano lhe chegaram sinais de perigo, levando-o ao encontro do filho já morador de Miami. Jorge Luz não pôde escapar da Lava Jato. Mas a Lava Jato não pôde escapar de Jorge Luz", afirma. 

Leia na íntegra a coluna de Janio de Freitas na Folha. 

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