Janio: truculência é regra geral no Supremo

Segundo o jornalista Jânio de Freitas, a sem-cerimônia com que  Joaquim Barbosa, presidente do STF, excede seus poderes só se compara à facilidade com que distribui insultos: “Imaginar a mais alta corte do país a fraudar os princípios básicos de aplicação de justiça, com a concordância da maioria de seus integrantes, é admitir a ruína do sistema de Justiça do país”

Segundo o jornalista Jânio de Freitas, a sem-cerimônia com que  Joaquim Barbosa, presidente do STF, excede seus poderes só se compara à facilidade com que distribui insultos: “Imaginar a mais alta corte do país a fraudar os princípios básicos de aplicação de justiça, com a concordância da maioria de seus integrantes, é admitir a ruína do sistema de Justiça do país”
Segundo o jornalista Jânio de Freitas, a sem-cerimônia com que  Joaquim Barbosa, presidente do STF, excede seus poderes só se compara à facilidade com que distribui insultos: “Imaginar a mais alta corte do país a fraudar os princípios básicos de aplicação de justiça, com a concordância da maioria de seus integrantes, é admitir a ruína do sistema de Justiça do país” (Foto: Roberta Namour)
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247 – O jornalista Jânio de Freitas vê como gritante insensatez a admissão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, de que elevou penas da AP 470 para evitar prescrição: “Imaginar a mais alta corte do país a fraudar os princípios básicos de aplicação de justiça, com a concordância da maioria de seus integrantes, é admitir a ruína do sistema de Justiça do país”.

Segundo ele, a tolerância com a truculência tem sido a regra geral, inclusive na maioria do próprio Supremo. “A sem-cerimônia com que o presidente excede os seus poderes e interfere, com brutalidade, nas falas de ministros, só se compara à facilidade com que lhes distribui insultos”, diz.

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