JB impresso é grito de independência do pensamento, diz Hildegard

A volta do Jornal do Brasil impresso é muito mais do que um feito empresarial ou editorial, é um grito de independência do pensamento, é a possibilidade de troca de idéias, de análise ampla das questões, que poderão ser apresentadas em sua plenitude, e não pasteurizadas e embaladas ao gosto do produtor, como temos sido obrigados a engolir, diz a colunista Hildegard Angel, sobre o feito do empresário Catito Peres

A volta do Jornal do Brasil impresso é muito mais do que um feito empresarial ou editorial, é um grito de independência do pensamento, é a possibilidade de troca de idéias, de análise ampla das questões, que poderão ser apresentadas em sua plenitude, e não pasteurizadas e embaladas ao gosto do produtor, como temos sido obrigados a engolir, diz a colunista Hildegard Angel, sobre o feito do empresário Catito Peres
A volta do Jornal do Brasil impresso é muito mais do que um feito empresarial ou editorial, é um grito de independência do pensamento, é a possibilidade de troca de idéias, de análise ampla das questões, que poderão ser apresentadas em sua plenitude, e não pasteurizadas e embaladas ao gosto do produtor, como temos sido obrigados a engolir, diz a colunista Hildegard Angel, sobre o feito do empresário Catito Peres (Foto: Leonardo Attuch)

Por Hildegard Angel – O publisher do novo Jornal do Brasil, Catito Peres, realiza um sonho pessoal e o sonho de todo o público que quer consumir um jornalismo imparcial, sem meias verdades, descomprometido, fazendo com que o Estado do Rio de Janeiro retome sua posição de formador de opinião, e não apenas continue mero repetidor de opiniões únicas, que nos são impostas como alternativa indiscutível.

A volta do Jornal do Brasil impresso é muito mais do que um feito empresarial ou editorial, é um grito de independência do pensamento, é a possibilidade de troca de idéias, de análise ampla das questões, que poderão ser apresentadas em sua plenitude, e não pasteurizadas e embaladas ao gosto do produtor, como temos sido obrigados a engolir.
 
E o Rio vai voltar a amanhecer alegre, colorido, achando graça na vida e nas pequenas coisas. No comportamento do dia à dia. Nas gracinhas, nas carioquices. Bem como vai sentir aquele gostinho na boca do antigo JB, o Jornal do Brasil inteligente e participativo, politicamente atuante e moderno. Neste ano eleitoral: JB tudo a ver!
 
O Rio anda tão de crista caída, protocolar, desorientado e sem referências, não acham?
 
E a cidade vai rir mais, vai sair mais, dançar mais, frequentar mais, agitar muito mais, se mostrar mais e mais. Vai bombar como há muito tempo não acontece mais. 
 
Com aquela descontração que só quem é carioca de lei e de fé sabe ser e fazer. E o carioca de lei e de fé quem é? É o somatório do Brasil inteiro. O carioca capixaba, o mineiro, o pernambucano, o paraibano, o paulista, o gaúcho, enfim, os cariocas de todos os brasis que formam esse grande caldeirão que borbulha intensamente no dia, na noite, no comércio, na vida cultural, na política, na academia, nos business, na moda do Rio.
 
Agora é a contagem regressiva até o próximo 25 de fevereiro, quando o Jornal do Brasil saltará do forno do Catito direto para as bancas da cidade, e mais o JB virtual e a TV-JB… e alô, alô, JB impresso, aquele abraço!
 
PUBLICADO ORIGINALMENTE NO WWW.HILDEGARD ANGEL.COM.BR

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