Jornais batem forte na PF após Operação Carne Fraca

O Estado de S.Paulo diz em editorial que "investigação policial não é espetáculo" e aponta que "exemplo da distorção gerada pela comunicação atabalhoada – que parecia mais interessada em produzir um espetáculo do que em informar – foi o caso do papelão"; jornal O Globo avalia que, "passado o primeiro impacto do anúncio da Carne Fraca, constatam-se falhas de comunicação, que podem ter amplificado a repercussão"

O Estado de S.Paulo diz em editorial que "investigação policial não é espetáculo" e aponta que "exemplo da distorção gerada pela comunicação atabalhoada – que parecia mais interessada em produzir um espetáculo do que em informar – foi o caso do papelão"; jornal O Globo avalia que, "passado o primeiro impacto do anúncio da Carne Fraca, constatam-se falhas de comunicação, que podem ter amplificado a repercussão"
O Estado de S.Paulo diz em editorial que "investigação policial não é espetáculo" e aponta que "exemplo da distorção gerada pela comunicação atabalhoada – que parecia mais interessada em produzir um espetáculo do que em informar – foi o caso do papelão"; jornal O Globo avalia que, "passado o primeiro impacto do anúncio da Carne Fraca, constatam-se falhas de comunicação, que podem ter amplificado a repercussão" (Foto: Gisele Federicce)

247 – Os jornais O Estado de S.Paulo e O Globo bateram firme na forma como foi divulgada a Operação Carne Fraca pela Polícia Federal em editoriais nesta terça-feira 21.

Texto do Estadão diz que "investigação policial não é espetáculo" e aponta que "exemplo da distorção gerada pela comunicação atabalhoada – que parecia mais interessada em produzir um espetáculo do que em informar – foi o caso do papelão".

O Globo defende que "a PF deve explicações" sobre o caso e chama a comunicação da corporação de "desastrosa". "Passado o primeiro impacto do anúncio da Carne Fraca, constatam-se falhas de comunicação, que podem ter amplificado a repercussão", diz o editorial.

"Ficou a impressão de uma operação executada apenas por escuta telefônica, e sem qualquer informação precisa da extensão das fraudes. Passou a ideia de serem casos pontuais — e assim, não justificaria o estardalhaço. A PF menciona 40 frigoríficos com irregularidades, outros 21 sob suspeita e três unidades fechadas: duas do Peccin, em Paraná e Santa Catarina, e uma da BRF, em Goiás. No universo de 4.837 unidades, não é muito", alerta o jornal.

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