Jornalista Fernando Pacheco Jordão morre aos 80 anos

O jornalista Fernando Pacheco Jordão, morreu nesta quinta-feira, 14, aos 80 anos, em São Paulo; morte se deu por pneumonia, parte das consequências de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorrido há 15 anos; ele estava internado há 40 dias; com longa carreira no jornalismo, Pacheco Jordão foi diretor de jornalismo e de programação da TV Cultura, correspondente da BBC em Londres, editor de economia da Veja e correspondente da Abril em Paris

O jornalista Fernando Pacheco Jordão, morreu nesta quinta-feira, 14, aos 80 anos, em São Paulo; morte se deu por pneumonia, parte das consequências de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorrido há 15 anos; ele estava internado há 40 dias; com longa carreira no jornalismo, Pacheco Jordão foi diretor de jornalismo e de programação da TV Cultura, correspondente da BBC em Londres, editor de economia da Veja e correspondente da Abril em Paris
O jornalista Fernando Pacheco Jordão, morreu nesta quinta-feira, 14, aos 80 anos, em São Paulo; morte se deu por pneumonia, parte das consequências de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorrido há 15 anos; ele estava internado há 40 dias; com longa carreira no jornalismo, Pacheco Jordão foi diretor de jornalismo e de programação da TV Cultura, correspondente da BBC em Londres, editor de economia da Veja e correspondente da Abril em Paris (Foto: Aquiles Lins)

Jornal GGN O jornalista Fernando Pacheco Jordão, morreu hoje aos 80 anos, em São Paulo. A morte se deu por pneumonia, parte das consequências de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorrido há 15 anos. Pacheco Jordão estava internado há 40 dias.

Pacheco Jordão teve uma longa trajetória na profissão. Foi diretor de jornalismo e de programação da TV Cultura, correspondente da BBC em Londres, editor de economia da Veja e correspondente da Abril em Paris.

Foi diretor do Sindicato dos Jornalistas em São Paulo, em 1975, quando do assassinato de Vladimir Herzog. Amigo de Herzog, morto pela ditadura militar, Pacheco Jordão liderou as manifestações na época, que desembocou no ato ecumênico na catedral da Sé exigindo uma explicação sobre o assassinato.

Um dos grandes do jornalismo brasileiro, Jordão escreveu, em 1978, o livro "Dossiê Herzog – Prisão, Tortura e Morte no Brasil".

Jordão era casado com a socióloga Fátima Pacheco Jordão, mãe de seus três filhos: Beatriz, Rogério e Júlia.

O velório acontece na TV Cultura, em São Paulo, até 22h de hoje e a cremação será amanhã, no Crematório de Vila Alpina.

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