Jornalista Jamil Chade responde a Tiago Leifert sobre política e futebol

O texto do apresentador do BBB,Tiago Leifert  que apresentava o Globo Esporte, defendendo que política e esporte não se misturam; correspondente na Europa há 20 anos, Jamil Chade deu uma resposta ao colega de profissão; "A CBF financiava campanhas eleitorais, sedes da copa foram escolhidas politicamente, BNDES pagou por quase tudo, cúmplices de cartolas estão no Congresso Nacional, vice da CBF se chama Sarney e presidentes de clubes são deputados. Mas, não, futebol e política não se misturam", ironizou ele no Twitter

O texto do apresentador do BBB,Tiago Leifert  que apresentava o Globo Esporte, defendendo que política e esporte não se misturam; correspondente na Europa há 20 anos, Jamil Chade deu uma resposta ao colega de profissão; "A CBF financiava campanhas eleitorais, sedes da copa foram escolhidas politicamente, BNDES pagou por quase tudo, cúmplices de cartolas estão no Congresso Nacional, vice da CBF se chama Sarney e presidentes de clubes são deputados. Mas, não, futebol e política não se misturam", ironizou ele no Twitter
O texto do apresentador do BBB,Tiago Leifert  que apresentava o Globo Esporte, defendendo que política e esporte não se misturam; correspondente na Europa há 20 anos, Jamil Chade deu uma resposta ao colega de profissão; "A CBF financiava campanhas eleitorais, sedes da copa foram escolhidas politicamente, BNDES pagou por quase tudo, cúmplices de cartolas estão no Congresso Nacional, vice da CBF se chama Sarney e presidentes de clubes são deputados. Mas, não, futebol e política não se misturam", ironizou ele no Twitter (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O texto de Tiago Leifert com o título de "Evento esportivo não é lugar de manifestação política", publicado na revista GQ, ainda causa repercussão. Ele, que atualmente apresenta o Big Brother Brasil defendeu que política e esporte não se misturam.

"Não acho justo [o atleta] hackear esse momento, pelo qual está sendo pago, para levar adiante causas pessoais. É para isso que existe a rede social: ali, o jogador faz o que quiser", escreveu Tiago. "No campo? Ele está para entreter e representar até mesmo os torcedores que votam e pensam diferente."

Correspondente na Europa há 20 anos, Jamil Chade deu uma resposta ao colega de profissão. "A CBF financiava campanhas eleitorais, sedes da copa foram escolhidas politicamente, BNDES pagou por quase tudo, cúmplices de cartolas estão no Congresso Nacional, vice da CBF se chama Sarney e presidentes de clubes são deputados. Mas, não, futebol e política não se misturam", afirmou ele em sua rede social.

"Argélia teve seleção para promover sua independência, jogadores da resistência percorreram o mundo para financiar republicanos contra Franco, Spartak se transformou em maior inimigo de Stálin, Dínamo Kiev foi executado depois de bater SS. Mas não, política e futebol não se misturam", acrescentou.

 

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