Jornalistas de diferentes emissoras lamentam a morte de Rodrigo Rodrigues

"Rodrigo Rodrigues fez um milhão de amigos e foi um dos grandes amigos que tive", disse Paulo Soares, a ESPN, em sua conta no Twitter, após a morte do apresentador do SporTV por conta da Covid-19. "Um comunicador incrível", disse o comunicador Rômulo Mendonça

Rodrigo Rodrigues
Rodrigo Rodrigues (Foto: Reprodução)
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247 - Jornalistas de várias emissoras, incluindo os canais ESPN e Esporte Interativo, onde Rodrigo Rodrigues trabalhou recentemente, lamentaram a morte do apresentador, vítima de trombose em decorrência de coronavírus. 

"Rodrigo Rodrigues fez um milhão de amigos e foi um dos grandes amigos que tive", disse Paulo Soares, a ESPN, em sua conta no Twitter. "Sua alegria, alto astral e entusiasmo estarão sempre entre nós. Rodrigo querido você jamais será esquecido. Fará muita falta! Que tristeza! Que vazio! Durma com os seus anjos RR", acrescentou.

"Rodrigo Rodrigues. Um estilo inconfundível", afirmou Rômulo Mendonça na rede social. "Um comunicador incrível. Conheci certa vez por acaso os pais dele. Tão simpáticos. Uma vez ele me convidou para participar de um programa da Placar que ele apresentava. Não pude ir. Vou lamentar para sempre. Descanse em paz", disse.  

Do Esporte Interativo, Bruno Formiga também lamentou a morte do colega.
"Falei poucas vezes com o RR. Mas uma das últimas mensagens dele foi simples e objetiva  "Alive & kicking" É isso. Precisamos ir nessa. Por ele. Por nós", afirmou.

"Descansa em paz, amigo!", escreveu o jornalista Renato M. Prado. "Que tristeza! Que pandemia maldita! E um bando de babacas não leva o coronavírus a sério e anda sem máscara, faz festas e vai à praia. Descansa em paz, amigo!", escreveu ele no Twitter.

Jornalista Renato Gottino afirmou que o colega era "uma das pessoas mais carismáticas". "O céu ganhou um grande cara! Meus sentimentos a família, a banda e a todos do Sportv". 

Em seu blog, Juca Kfouri escreveu: "Morreu o menino que escrevia cartas e mandava desenhos para a revista Placar sobre Zico, seu ídolo. Morreu o menino que no segundo ou terceiro encontro que tivemos, ele já profissional, mostrou minhas respostas ao que ele mandava para redação. A dor de perdê-lo aos 45 anos é implacável. Consolo não há".

 

 

 

 

 


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