Josias: Temer acha corrupção ‘triste’, mas não faz nada

"Quando escuta Temer dizer que fica "triste" com a suspeita de roubalheira que recai sobre tantos políticos, a plateia boceja de tédio. As manifestações do presidente dão sono antes de irritar. Confrontadas com os avanços da Lava Jato, suas palavras mostram que, no Brasil da Lava jato, o pesadelo tornou-se menos penoso do que o despertar", afirma o colunista Josias de Souza, sobre a entrevista de Michel Temer à imprensa espanhola; Segundo Josias, do ponto de vista político, Temer se esforça para simbolizar "o que há de mais anacrônico". "Acossado pela hecatombe moral, Temer reage à moda do avestruz: enfia a cabeça na sua pseudo-tristeza. De duas, uma: ou Temer morrerá de tédio ou acabará gritando diante do espelho: 'Fora, Temer'", afirma

"Quando escuta Temer dizer que fica "triste" com a suspeita de roubalheira que recai sobre tantos políticos, a plateia boceja de tédio. As manifestações do presidente dão sono antes de irritar. Confrontadas com os avanços da Lava Jato, suas palavras mostram que, no Brasil da Lava jato, o pesadelo tornou-se menos penoso do que o despertar", afirma o colunista Josias de Souza, sobre a entrevista de Michel Temer à imprensa espanhola; Segundo Josias, do ponto de vista político, Temer se esforça para simbolizar "o que há de mais anacrônico". "Acossado pela hecatombe moral, Temer reage à moda do avestruz: enfia a cabeça na sua pseudo-tristeza. De duas, uma: ou Temer morrerá de tédio ou acabará gritando diante do espelho: 'Fora, Temer'", afirma
"Quando escuta Temer dizer que fica "triste" com a suspeita de roubalheira que recai sobre tantos políticos, a plateia boceja de tédio. As manifestações do presidente dão sono antes de irritar. Confrontadas com os avanços da Lava Jato, suas palavras mostram que, no Brasil da Lava jato, o pesadelo tornou-se menos penoso do que o despertar", afirma o colunista Josias de Souza, sobre a entrevista de Michel Temer à imprensa espanhola; Segundo Josias, do ponto de vista político, Temer se esforça para simbolizar "o que há de mais anacrônico". "Acossado pela hecatombe moral, Temer reage à moda do avestruz: enfia a cabeça na sua pseudo-tristeza. De duas, uma: ou Temer morrerá de tédio ou acabará gritando diante do espelho: 'Fora, Temer'", afirma (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Josias de Souza criticou entrevistas de Michel Temer à imprensa espanhola, em que ele diz que a corrupção no Brasil é um fato "triste" (leia aqui). 

"Dois espetáculos não cabem no mesmo palco. Ou no mesmo governo. Dividido entre uma encenação e outra, a plateia não dá atenção a nenhuma das duas. Temer anuncia que está em cartaz a novela das reformas. Mas a hecatombe da Odebrecht faz piscar outra palavra no letreiro: c-o-r-r-u-p-ç-ã-o. A estratégia de Temer é clara: simular desgosto com a podridão e tentar arranca as reformas do Congresso apodrecido", diz Josias.

"Quando escuta Temer dizer que fica 'triste' com a suspeita de roubalheira que recai sobre tantos políticos, a plateia boceja de tédio. As manifestações do presidente dão sono antes de irritar. Confrontadas com os avanços da Lava Jato, suas palavras mostram que, no Brasil da Lava jato, o pesadelo tornou-se menos penoso do que o despertar", afirma o colunista do UOL.

Segundo Josias, do ponto de vista político, Temer se esforça para simbolizar "o que há de mais anacrônico". "Acossado pela hecatombe moral, Temer reage à moda do avestruz: enfia a cabeça na sua pseudo-tristeza. De duas, uma: ou Temer morrerá de tédio ou acabará gritando diante do espelho: 'Fora, Temer'", afirma. 

Leia na íntegra o artigo no Blog de Josias

 

 

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