Justiça obriga PT a tirar do ar entrevista crítica a Moraes

Decisão da juíza Cristina Inokuti, da 3ª Vara Cível de SP, afirma que é possível verificar no texto "indícios de abuso do direito constitucional de liberdade de expressão e informação"; sentença se refere a uma entrevista publicada no site do PT com o ex-ministro Eugênio Aragão, em que dizia que o ministério da Justiça era muita areia para a 'caçambinha' de Moraes; o 247, que havia reproduzido a entrevista, também foi forçado a despublicá-la

Decisão da juíza Cristina Inokuti, da 3ª Vara Cível de SP, afirma que é possível verificar no texto "indícios de abuso do direito constitucional de liberdade de expressão e informação"; sentença se refere a uma entrevista publicada no site do PT com o ex-ministro Eugênio Aragão, em que dizia que o ministério da Justiça era muita areia para a 'caçambinha' de Moraes; o 247, que havia reproduzido a entrevista, também foi forçado a despublicá-la
Decisão da juíza Cristina Inokuti, da 3ª Vara Cível de SP, afirma que é possível verificar no texto "indícios de abuso do direito constitucional de liberdade de expressão e informação"; sentença se refere a uma entrevista publicada no site do PT com o ex-ministro Eugênio Aragão, em que dizia que o ministério da Justiça era muita areia para a 'caçambinha' de Moraes; o 247, que havia reproduzido a entrevista, também foi forçado a despublicá-la (Foto: Ana Pupulin)

247 – A Justiça de São Paulo determinou que o PT retire de seu site uma entrevista publicada com o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão, em que ele afirma que a pasta era "muita areia para a caçambinha" de Alexandre de Moraes, entre outras críticas.

A entrevista foi divulgada quando Moraes ainda estava à frente do Ministério da Justiça. Ele foi nomeado recentemente por Michel Temer para a vaga de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal, e substituído no ministério pelo deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR).

Em sua decisão, a juíza Cristina Inokuti, da 3ª Vara Cível de São Paulo, justifica que é possível verificar no texto "indícios de abuso do direito constitucional de liberdade de expressão e informação".

O Brasil 247, que havia reproduzido a entrevista, também foi obrigado a tirá-la do ar.

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