Kennedy: Ao dizer que fica até 2017, Cunha deixa STF em saia justa

Segundo o colunista Kennedy Alencar, a declaração do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que disse que só deixará o cargo em 1º de fevereiro do ano que vem, pegou mal no STF, “porque há possibilidade de o tribunal julgar em breve o pedido do Ministério Público para o afastamento de Cunha da presidência da Câmara e também do mandato”; “em relação aos articuladores do governo Temer, a leitura foi de que Cunha mandou um recado: não aceita pressão para renunciar ao comando da Câmara”

Segundo o colunista Kennedy Alencar, a declaração do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que disse que só deixará o cargo em 1º de fevereiro do ano que vem, pegou mal no STF, “porque há possibilidade de o tribunal julgar em breve o pedido do Ministério Público para o afastamento de Cunha da presidência da Câmara e também do mandato”; “em relação aos articuladores do governo Temer, a leitura foi de que Cunha mandou um recado: não aceita pressão para renunciar ao comando da Câmara”
Segundo o colunista Kennedy Alencar, a declaração do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que disse que só deixará o cargo em 1º de fevereiro do ano que vem, pegou mal no STF, “porque há possibilidade de o tribunal julgar em breve o pedido do Ministério Público para o afastamento de Cunha da presidência da Câmara e também do mandato”; “em relação aos articuladores do governo Temer, a leitura foi de que Cunha mandou um recado: não aceita pressão para renunciar ao comando da Câmara” (Foto: Roberta Namour)
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247 - Segundo o colunista Kennedy Alencar, a declaração do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que disse que só deixará o cargo em 1º de fevereiro do ano que vem, pegou mal.

‘No STF, porque há possibilidade de o tribunal julgar em breve o pedido do Ministério Público para o afastamento de Cunha da presidência da Câmara e também do mandato’.

‘E em relação aos articuladores do governo Temer, a leitura foi de que Cunha mandou um recado: não aceita pressão para renunciar ao comando da Câmara’ - leia aqui.

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