Kennedy: caso Bretas mostra que STF precisa acabar auxílio-moradia

"Esse caso mostra que o auxílio não é auxílio, mas um complemento salarial. Esse complemento, em muitos casos na magistratura e no Ministério Público, é um artifício, um remendo legal, para furar o teto constitucional e compor os chamados supersalários", critica o jornalista Kennedy Alencar sobre a informação de que o juiz federal Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro, acumula junto com a esposa, também juíza Simone Bretas, o recebimento dois auxílios-moradia; "O pagamento do auxílio-moradia, apesar de legal, porque o juiz chegou a recorrer à Justiça para recebê-lo, é antiético" 

"Esse caso mostra que o auxílio não é auxílio, mas um complemento salarial. Esse complemento, em muitos casos na magistratura e no Ministério Público, é um artifício, um remendo legal, para furar o teto constitucional e compor os chamados supersalários", critica o jornalista Kennedy Alencar sobre a informação de que o juiz federal Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro, acumula junto com a esposa, também juíza Simone Bretas, o recebimento dois auxílios-moradia; "O pagamento do auxílio-moradia, apesar de legal, porque o juiz chegou a recorrer à Justiça para recebê-lo, é antiético" 
"Esse caso mostra que o auxílio não é auxílio, mas um complemento salarial. Esse complemento, em muitos casos na magistratura e no Ministério Público, é um artifício, um remendo legal, para furar o teto constitucional e compor os chamados supersalários", critica o jornalista Kennedy Alencar sobre a informação de que o juiz federal Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro, acumula junto com a esposa, também juíza Simone Bretas, o recebimento dois auxílios-moradia; "O pagamento do auxílio-moradia, apesar de legal, porque o juiz chegou a recorrer à Justiça para recebê-lo, é antiético"  (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Kennedy Alencar criticou nesta segunda-feira, 29, a informação de que o juiz federal Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro, acumula junto com a esposa, também juíza Simone Bretas, o recebimento dois auxílios-moradia. 

Kennedy lembra que Bretas atua no combate à corrupção e entrou no debate público e político com manifestações nas redes sociais, sobretudo no Twitter. "O pagamento do auxílio-moradia, apesar de legal, porque o juiz chegou a recorrer à Justiça para recebê-lo, é antiético", diz ele.

"O mais importante é que esse caso mostra que o auxílio não é auxílio, mas um complemento salarial. Esse complemento, em muitos casos na magistratura e no Ministério Público, é um artifício, um remendo legal, para furar o teto constitucional e compor os chamados supersalários", acrescenta. 

Para Kennedy Alencar, já passou da hora de o Supremo Tribunal Federal tomar uma decisão a respeito da liminar do ministro Luiz Fux que criou a farra do auxílio-moradia para todo o Judiciário.

"É imperativo que o Supremo resolva. É importante que a presidente do STF, Cármen Lúcia, coloque o tema em votação e o tribunal tome uma decisão a respeito logo no começo deste ano", afirma. 

Leia o texto na íntegra no Blog do Kennedy

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