Kennedy: Cunha ameaça, Dilma e PT pagam para ver

Segundo o colunista Kennedy Alencar, a tendência dos três petistas com assento no Conselho de Ética da Câmara é votar para dar seguimento ao processo de cassação de mandato de Eduardo Cunha: “A acusação de que Cunha teria recebido R$ 45 milhões do BTG, do banqueiro André Esteves, complicou a vida do peemedebista no Conselho de Ética. Mas já havia um embate nos bastidores. Cunha quer proteção do PT, mas o partido resiste. Dilma disse que não aceita ameaça”, afirma

Segundo o colunista Kennedy Alencar, a tendência dos três petistas com assento no Conselho de Ética da Câmara é votar para dar seguimento ao processo de cassação de mandato de Eduardo Cunha: “A acusação de que Cunha teria recebido R$ 45 milhões do BTG, do banqueiro André Esteves, complicou a vida do peemedebista no Conselho de Ética. Mas já havia um embate nos bastidores. Cunha quer proteção do PT, mas o partido resiste. Dilma disse que não aceita ameaça”, afirma
Segundo o colunista Kennedy Alencar, a tendência dos três petistas com assento no Conselho de Ética da Câmara é votar para dar seguimento ao processo de cassação de mandato de Eduardo Cunha: “A acusação de que Cunha teria recebido R$ 45 milhões do BTG, do banqueiro André Esteves, complicou a vida do peemedebista no Conselho de Ética. Mas já havia um embate nos bastidores. Cunha quer proteção do PT, mas o partido resiste. Dilma disse que não aceita ameaça”, afirma (Foto: Roberta Namour)
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247 - Sob ameaça do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, de aceitar pedido de abertura de impeachment, a presidente Dilma Rousseff decidiu pagar para ver. É o que afirma o colunista Kennedy Alencar. Segundo ele, a tendência dos três petistas com assento no Conselho de Ética da Câmara é votar para dar seguimento ao processo de cassação de mandato de Cunha.

“A acusação de que Cunha teria recebido R$ 45 milhões do BTG, do banqueiro André Esteves, complicou a vida do peemedebista no Conselho de Ética. Mas já havia um embate nos bastidores. Cunha quer proteção do PT, mas o partido resiste. Dilma disse que não aceita ameaça”, afirma.

De acordo com ele, enquanto resiste a Cunha, a prioridade número 1 do governo é aprovar a nova meta fiscal de 2015. “Na prática, obter autorização em sessão do Congresso nesta terça para que a União possa ter um buraco nas contas públicas de até R$ 119 bilhões de reais neste ano”, diz (leia aqui).

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