Kennedy: Cunha perdeu capital político para impeachment

"Uma ação de Cunha a favor do impeachment depois do que foi revelado a respeito dele tende a ter zero de credibilidade. Há dois ou três meses, Cunha tinha capital político para um movimento desse tipo. Hoje, não tem mais", afirma o jornalista; para Kennedy Alencar, "será um erro a oposição continuar aliada ao presidente da Câmara para tentar derrubar Dilma", algo que pode até fortalecer a presidente

www.brasil247.com - "Uma ação de Cunha a favor do impeachment depois do que foi revelado a respeito dele tende a ter zero de credibilidade. Há dois ou três meses, Cunha tinha capital político para um movimento desse tipo. Hoje, não tem mais", afirma o jornalista; para Kennedy Alencar, "será um erro a oposição continuar aliada ao presidente da Câmara para tentar derrubar Dilma", algo que pode até fortalecer a presidente
"Uma ação de Cunha a favor do impeachment depois do que foi revelado a respeito dele tende a ter zero de credibilidade. Há dois ou três meses, Cunha tinha capital político para um movimento desse tipo. Hoje, não tem mais", afirma o jornalista; para Kennedy Alencar, "será um erro a oposição continuar aliada ao presidente da Câmara para tentar derrubar Dilma", algo que pode até fortalecer a presidente (Foto: Gisele Federicce)


247 - Depois de ter o nome envolvido em denúncias de que mantém contas secretas na Suíça com milhões de dólares de propina, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), perdeu capital político para promover uma ação pró-impeachment, avalia o jornalista Kennedy Alencar.

"Uma ação de Cunha a favor do impeachment depois do que foi revelado a respeito dele tende a ter zero de credibilidade. Há dois ou três meses, Cunha tinha capital político para um movimento desse tipo. Hoje, não tem mais", diz ele.

Para Kennedy, "será um erro a oposição continuar aliada ao presidente da Câmara para tentar derrubar Dilma. A manutenção dessa aliança só exporá a hipocrisia política de uma pregação ética seletiva."

O colunista acredita que, "nessa toada, a oposição fortalecerá a presidente Dilma. Cunha não tem mais condição política de presidir a Câmara e de capitanear a abertura de um processo de impeachment."

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