Kennedy: Dilma quer garantir 260 votos na Câmara com reforma

Jornalista Kennedy Alencar disse nesta quinta-feira, 24, que a reforma ministerial que a presidente Dilma Rousseff está negociando precisa garantir pelo menos 260 votos na Câmara; "A reforma ministerial exige a obtenção de cerca de 260 votos na Câmara, o que seria um número suficiente para matar a estratégia da oposição para viabilizar o impeachment a partir da votação de um recurso contra eventual negativa do presidente da Câmara", afirma Kennedy, sobre o rito do golpe desenhado por Eduardo Cunha 

Jornalista Kennedy Alencar disse nesta quinta-feira, 24, que a reforma ministerial que a presidente Dilma Rousseff está negociando precisa garantir pelo menos 260 votos na Câmara; "A reforma ministerial exige a obtenção de cerca de 260 votos na Câmara, o que seria um número suficiente para matar a estratégia da oposição para viabilizar o impeachment a partir da votação de um recurso contra eventual negativa do presidente da Câmara", afirma Kennedy, sobre o rito do golpe desenhado por Eduardo Cunha 
Jornalista Kennedy Alencar disse nesta quinta-feira, 24, que a reforma ministerial que a presidente Dilma Rousseff está negociando precisa garantir pelo menos 260 votos na Câmara; "A reforma ministerial exige a obtenção de cerca de 260 votos na Câmara, o que seria um número suficiente para matar a estratégia da oposição para viabilizar o impeachment a partir da votação de um recurso contra eventual negativa do presidente da Câmara", afirma Kennedy, sobre o rito do golpe desenhado por Eduardo Cunha  (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O jornalista Kennedy Alencar disse nesta quinta-feira, 24, que a reforma ministerial que a presidente Dilma Rousseff está negociando precisa garantir pelo menos 260 votos na Câmara.

"O objetivo é barrar a aprovação de um eventual recurso da oposição que permita a discussão de abertura de processo de impeachment por uma comissão especial da Casa", diz ele.

Kennedy relata que para abertura do processo de impeachment, são necessários dois terços da Câmara, o que dá 342 votos. "Para barrar a abertura de um processo de impeachment, bastaria o governo obter mais de um terço. Ou seja, mais de 171 votos", afirma. E lembra que se o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) rejeitar o pedido de impeachment, a oposição pode entrar com uma recurso que deve ser votado no Plenário da Casa. 

"Essa votação a respeito do recurso que cria uma comissão especial demanda maioria simples. O governo acredita que seria uma sessão bastante concorrida, com a quase totalidade dos 513 deputados. Daí a avaliação de que a reforma ministerial exige a obtenção de cerca de 260 votos na Câmara, o que seria um número suficiente para matar a estratégia da oposição para viabilizar o impeachment a partir da votação de um recurso contra eventual negativa do presidente da Câmara", afirma. 

Leia na íntegra o comentário de Kennedy Alencar. 

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