Kennedy: eventual orientação de Miller a Joesley é fato mais importante

"Isso desmontaria a versão de uma colaboração espontânea, como sustenta a Procuradoria Geral da República. Para colegas do Ministério Público, Janot precisará prender e punir Marcelo Miller e também Joesley Batista, sob pena de enfraquecer a imagem da Lava Jato e a força de todos os acordos de delações já feitos", afirma o jornalista

"Isso desmontaria a versão de uma colaboração espontânea, como sustenta a Procuradoria Geral da República. Para colegas do Ministério Público, Janot precisará prender e punir Marcelo Miller e também Joesley Batista, sob pena de enfraquecer a imagem da Lava Jato e a força de todos os acordos de delações já feitos", afirma o jornalista
"Isso desmontaria a versão de uma colaboração espontânea, como sustenta a Procuradoria Geral da República. Para colegas do Ministério Público, Janot precisará prender e punir Marcelo Miller e também Joesley Batista, sob pena de enfraquecer a imagem da Lava Jato e a força de todos os acordos de delações já feitos", afirma o jornalista (Foto: Gisele Federicce)

247 - Para o jornalista Kennedy Alencar, o mais importante do áudio de quatro horas da JBS até o momento é a eventual orientação do então procurador da República Marcelo Miller aos colaboradores da JBS.

"Isso desmontaria a versão de uma colaboração espontânea, como sustenta a Procuradoria Geral da República. Para colegas do Ministério Público, Janot precisará prender e punir Marcelo Miller e também Joesley Batista, sob pena de enfraquecer a imagem da Lava Jato e a força de todos os acordos de delações já feitos", diz.

"Cresceu a chance de Joesley Batista, Ricardo Saud e o advogado da JBS Francisco de Assis e Silva passarem um bom tempo na prisão", acredita o jornalista, que também prevê que "a eventual orientação de Marcelo Miller para Joesley gravar Temer levará a um debate jurídico a respeito da anulação dessa conversa".

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