Kennedy: Impeachment não pode ser escudo para Cunha

Aceitar um pedido de impeachment agora seria "claramente uma saída diversionista", diz o jornalista; "Impeachment não pode ser usado pelo presidente da Câmara como um escudo político contra as acusações de corrupção que pesam contra ele", afirmou; para Kennedy Alencar, além de dar ao ato um ar de manobra para tentar sair dos holofotes, dar seguimento a um pedido de impeachment pode até acelerar as articulações pela saída de Cunha da presidência da Câmara

Aceitar um pedido de impeachment agora seria "claramente uma saída diversionista", diz o jornalista; "Impeachment não pode ser usado pelo presidente da Câmara como um escudo político contra as acusações de corrupção que pesam contra ele", afirmou; para Kennedy Alencar, além de dar ao ato um ar de manobra para tentar sair dos holofotes, dar seguimento a um pedido de impeachment pode até acelerar as articulações pela saída de Cunha da presidência da Câmara
Aceitar um pedido de impeachment agora seria "claramente uma saída diversionista", diz o jornalista; "Impeachment não pode ser usado pelo presidente da Câmara como um escudo político contra as acusações de corrupção que pesam contra ele", afirmou; para Kennedy Alencar, além de dar ao ato um ar de manobra para tentar sair dos holofotes, dar seguimento a um pedido de impeachment pode até acelerar as articulações pela saída de Cunha da presidência da Câmara (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O colunista Kennedy Alencar afirmou nesta segunda-feira, 19, que se o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), investigado pela Procuradoria Geral da República por ter ocultado patrimônio de R$ 61 milhões, aceitar dar seguimento a um pedido de abertura de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, o governo deverá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo ele, a primeira reação tende a ser um novo recurso de deputados do PT ao Supremo Tribunal para tentar impedir que o processo siga adiante. "O governo avalia que teria chance de obter uma decisão favorável a fim de impedir ou atrasar a instalação de uma comissão especial na Câmara", afirmou. 

Para Kennedy, se Eduardo Cunha aceitar dar seguimento a um pedido de impeachment agora, será claramente uma saída diversionista. "Impeachment não pode ser usado pelo presidente da Câmara como um escudo político contra as acusações de corrupção que pesam contra ele", afirmou.

"Nesse sentido, se aceitar o novo pedido dos advogados Bicudo e Reale Jr., Cunha dará ao ato um ar de pura manobra para tentar sair dos holofotes. Acontece que a gravidade das provas não vai permitir que Cunha seja esquecido. E dar seguimento a um pedido de impeachment pode até acelerar as articulações por sua saída da presidência da Câmara', completou.

Leia na íntegra a coluna de Kennedy Alencar.

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