Kennedy: “pedir impeachment sem prova é golpismo”

Jornalista diz que "a oposição flertou com os manifestantes, mas não foi ao baile para tirá-los para dançar. Basta ler ou ouvir as entrevistas dos líderes dos manifestantes para ver que se trata de um movimento de direita que assusta até um partido que tem caminhado para a centro-direita, como o PSDB"; para Kennedy Alencar, protestos contra o governo viraram "samba de uma nota só": a reivindicação do impeachment, cujo pedido, ressalta ele, feito sem prova, é golpismo

Jornalista diz que "a oposição flertou com os manifestantes, mas não foi ao baile para tirá-los para dançar. Basta ler ou ouvir as entrevistas dos líderes dos manifestantes para ver que se trata de um movimento de direita que assusta até um partido que tem caminhado para a centro-direita, como o PSDB"; para Kennedy Alencar, protestos contra o governo viraram "samba de uma nota só": a reivindicação do impeachment, cujo pedido, ressalta ele, feito sem prova, é golpismo
Jornalista diz que "a oposição flertou com os manifestantes, mas não foi ao baile para tirá-los para dançar. Basta ler ou ouvir as entrevistas dos líderes dos manifestantes para ver que se trata de um movimento de direita que assusta até um partido que tem caminhado para a centro-direita, como o PSDB"; para Kennedy Alencar, protestos contra o governo viraram "samba de uma nota só": a reivindicação do impeachment, cujo pedido, ressalta ele, feito sem prova, é golpismo (Foto: Gisele Federicce)
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247 - "Os protestos contra o governo se transformaram basicamente num samba de uma nota só. A reivindicação é o impeachment da presidente da República", destaca o jornalista Kennedy Alencar, nesta segunda-feira 13. "Entretanto, hoje, esse é um desejo impossível de ser atendido", completa. Ele destaca ainda que "pedir impedimento sem prova é golpista".

Kennedy aponta ainda que "a oposição flertou com os manifestantes, mas não foi ao baile para tirá-los para dançar. Basta ler ou ouvir as entrevistas dos líderes dos manifestantes para ver que se trata de um movimento de direita que assusta até um partido que tem caminhado para a centro-direita, como o PSDB".

"Hoje, os manifestantes têm uma agenda estreita, que se resume a tirar Dilma e o PT do poder. Numa democracia, isso só acontece com renúncia da presidente, impeachment com prova ou nas urnas, a cada quatro anos. Fora disso, é golpe. E boa parte de quem expressou sua insatisfação em 15 de março não pretende trilhar esse caminho".

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