Kennedy: protesto vai acelerar impeachment

Segundo o colunista Kennedy Alencar, a maior manifestação já medida pelo Datafolha em São Paulo deverá estimular a debandada de partidos ainda formalmente aliados ao governo Dilma; "políticos com experiência no Congresso dizem que um pedido de impeachment pode ser votado num prazo de dois a três meses", diz; ele afirma ainda que já se fala no nome do deputado federal Osmar Serralho (PMDB-PR) para presidir a comissão do impeachment

Segundo o colunista Kennedy Alencar, a maior manifestação já medida pelo Datafolha em São Paulo deverá estimular a debandada de partidos ainda formalmente aliados ao governo Dilma; "políticos com experiência no Congresso dizem que um pedido de impeachment pode ser votado num prazo de dois a três meses", diz; ele afirma ainda que já se fala no nome do deputado federal Osmar Serralho (PMDB-PR) para presidir a comissão do impeachment
Segundo o colunista Kennedy Alencar, a maior manifestação já medida pelo Datafolha em São Paulo deverá estimular a debandada de partidos ainda formalmente aliados ao governo Dilma; "políticos com experiência no Congresso dizem que um pedido de impeachment pode ser votado num prazo de dois a três meses", diz; ele afirma ainda que já se fala no nome do deputado federal Osmar Serralho (PMDB-PR) para presidir a comissão do impeachment (Foto: Roberta Namour)

247 - O governo já esperava protestos significativos neste domingo, mas o tamanho das manifestações, sobretudo em São Paulo, surpreendeu a presidente Dilma Rousseff e os seus principais ministros, segundo o colunista Kennedy Alencar. O principal impacto político será acelerar o processo de impeachment da presidente, diz.

“A maior manifestação já medida pelo Datafolha em São Paulo deverá estimular a debandada de partidos ainda formalmente aliados ao governo Dilma. A partir deste domingo, cresceu muito a chance de a presidente perder o poder”, acrescenta.

Segundo ele, políticos com experiência no Congresso dizem que um pedido de impeachment pode ser votado num prazo de dois a três meses.

Kennedy diz ainda que já se fala no nome do deputado federal Osmar Serralho (PMDB-PR) para presidir a comissão do impeachment. Serraglio foi o relator da CPI dos Correios, que investigou o mensalão em 2005 (leia aqui).

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