Kennedy: Renan apoia Dilma na guerra do impeachment

"Ao apresentar argumentos ao STF na guerra do impeachment, a presidente Dilma Rousseff e o presidente do Senado, Renan Calheiros, jogaram juntos. Em parecer ao Supremo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, discordou da decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, de eleger por voto secreto a comissão especial do impeachment", destaca o jornalista; segundo Kennedy Alencar, "Dilma e Renan fizeram jogada combinada"

"Ao apresentar argumentos ao STF na guerra do impeachment, a presidente Dilma Rousseff e o presidente do Senado, Renan Calheiros, jogaram juntos. Em parecer ao Supremo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, discordou da decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, de eleger por voto secreto a comissão especial do impeachment", destaca o jornalista; segundo Kennedy Alencar, "Dilma e Renan fizeram jogada combinada"
"Ao apresentar argumentos ao STF na guerra do impeachment, a presidente Dilma Rousseff e o presidente do Senado, Renan Calheiros, jogaram juntos. Em parecer ao Supremo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, discordou da decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, de eleger por voto secreto a comissão especial do impeachment", destaca o jornalista; segundo Kennedy Alencar, "Dilma e Renan fizeram jogada combinada" (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), "jogou junto" com a presidente Dilma Rousseff nessa semana, afirma o jornalista Kennedy Alencar. Para ele, "Dilma e Renan fizeram jogada combinada", enquanto o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, 'bateu' no presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

"Apesar de pertencer ao PMDB do vice-presidente Michel Temer, Renan está apoiando Dilma na guerra do impeachment. Se prevalecerem os argumentos do Planalto e do Senado, de que não basta a votação da Câmara para afastar Dilma por 180 dias até o julgamento final do impeachment, cresce a chance de a presidente barrar sua queda, porque o governo tem mais apoio entre os senadores do que entre os deputados", escreve Kennedy.

Nesta semana, o governo afirmou, por meio do advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, que não basta à Câmara querer afastar Dilma. Ao STF, Renan Calheiros argumentou que é o Senado, e não a Câmara, quem dá o veredicto sobre o impeachment. Foi assim que aconteceu em 1992, relembra a jornalista Tereza Cruvinel (leia aqui).

Ao mesmo tempo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, discordou da decisão de Cunha de eleger por voto secreto a comissão especial do impeachment em parecer enviado ao Supremo.

Leia aqui a íntegra da coluna de Kennedy Alencar.

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