Kennedy: STF deixa Cunha sem saída política e pessoal

Para o colunista Kennedy Alencar, a decisão desta quarta do STF é uma enorme derrota para o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (RJ); “Nesse contexto, apesar de o peemedebista ter negado ontem as possibilidades de delação premiada e de renunciar à presidência da Câmara, essas opções não podem ser descartadas, porque a situação política e jurídica dele piorou”

Para o colunista Kennedy Alencar, a decisão desta quarta do STF é uma enorme derrota para o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (RJ); “Nesse contexto, apesar de o peemedebista ter negado ontem as possibilidades de delação premiada e de renunciar à presidência da Câmara, essas opções não podem ser descartadas, porque a situação política e jurídica dele piorou”
Para o colunista Kennedy Alencar, a decisão desta quarta do STF é uma enorme derrota para o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (RJ); “Nesse contexto, apesar de o peemedebista ter negado ontem as possibilidades de delação premiada e de renunciar à presidência da Câmara, essas opções não podem ser descartadas, porque a situação política e jurídica dele piorou” (Foto: Roberta Namour)

247 - Para o colunista Kennedy Alencar, a decisão desta quarta do STF é uma enorme derrota para o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), que vai ficando sem saída política e pessoal.

“Ao transformar Cunha em réu numa segunda ação, dessa vez por ocultar uma conta no exterior, o tribunal reforça a possibilidade de cassação. A recomendação de perda de mandato feita pelo Conselho de Ética da Câmara se deveu à negativa dele de possuir conta fora do Brasil”, lembra.

“Nesse contexto, apesar de o peemedebista ter negado ontem as possibilidades de delação premiada e de renunciar à presidência da Câmara, essas opções não podem ser descartadas, porque a situação política e jurídica dele piorou. E isso tem impacto pessoal”, afirma (leia aqui).

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